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24/11/2017
10h30 | esportes - SPORT
Sport deve melhorar defesa que não rende desde a Série A 2016
Entre os times que disputaram a Série A nas duas últimas temporadas, o Sport é o que mais levou gols. Durante as 38 rodadas de 2016 e as 36 disputadas até aqui neste ano, foram 112 sofridos. Time mais vazado do Brasileirão 2017, o Rubro-negro - inegavelmente - tem a sua fase crítica na tabela muito condicionada ao fraco desempenho da retaguarda. Sob a necessidade de ganhar as duas partidas restantes para não aumentar a chance de rebaixamento, precisa agora melhorar nos dois últimos jogos do campeonato um retrospecto negativo de quase dois anos. Não ter as redes balançadas contra Fluminense e Corinthians é meio caminho para a permanência na elite.  

Não é à toa que o Sport mantém a retaguarda menos sólida em números absolutos desde o ano passado. Depois de terminar a Série A de 2016 com a terceira pior defesa (na frente só dos últimos colocados, Santa Cruz e América-MG), a diretoria manteve no elenco boa parte dos jogadores do setor, tais como os zagueiros Ronaldo Alves e Durval (que voltaram a formar dupla neste ano), Henriquez, o lateral-direito Samuel Xavier e o volante Rithely - os dois últimos relegados à reserva recentemente. 

Os treinadores que chegaram nesta temporada, cada um com uma filosofia distinta, também não conseguiram encaixar a defesa com as peças que dispunham, algumas delas que já viveram grandes momentos no clube, por sinal. Durante este Brasileiro, o Sport só conseguiu não sofrer gols em nove partidas, a última delas na rodada passada, quando venceu o Bahia por 1 a 0, na Ilha do Retiro. 

Agora, a parte de trás do time o Sport terá a custosa tarefa de parar Fluminense e Corinthians, adversários de amanhã e de domingo que vem (03) e donos do quarto melhor ataque do Brasileiro, com 48 gols marcados. O técnico Daniel Paulista sabe que não vai mudar o sistema defensivo agora num passe de mágica, mas confia num bom rendimento defensivo diante do Flu, no Maracanã. 

“São números que não foram feitos agora. Não tenho tempo para resolver todos os problemas. Estou focando nesses dois últimos jogos, principalmente contra o Fluminense para continuarmos vivos na última rodada. Lógico que a gente trabalha para melhorar esses números defensivos, porque quando você sofre menos gols, mais se aproxima das vitórias”, declarou o comandante.

Um jogador do Flu e outro do Corinthians, em especial, podem dificultar ainda mais o trabalho dos defensores leoninos. Com 18 marcados até aqui, o corintiano Jô e o tricolor Henrique Dourado travam duelo acirrado pela artilharia da competição. "São dois grandes atacantes, que fazem um ótimo campeonato. Eles têm qualidade acima da média, por isso estão brigando pela artilharia. A gente tem que ter atenção”, frisou Daniel.
A defesa do Sport na Série A 2017

36 jogos/57 gols sofridos/1,58 por jogo em média
A defesa do Sport na Série A 2016

38 jogos/55 gols sofridos/1,4 por jogo em média 
Nos Brasileiros de 2016 e 2017

74 jogos/112 gols sofridos/1,5 por jogo em média 

As piores defesas entre os times que disputaram a Série A em 2016 e 2017:

Sport: 112 gols sofridos (2017: 57/2016: 55)
Vitória: 107 gols sofridos (2017: 54/2016: 53)
Chapecoense: 101 gols sofridos (2017: 48/2016: 53)
Ponte Preta: 99 gols sofridos (2017: 47/ 2016: 52)
Fluminense: 95 gols sofridos (2017: 50/2016: 45)
Atlético-MG: 94 gols sofridos (2017: 44/2016: 50)
Coritiba: 89 gols sofridos (2017: 47/2016:42)
Cruzeiro: 85 gols sofridos (2017: 36/2016:49)
São Paulo: 83 gols sofridos (2017: 47/2016:36)
Botafogo: 77 gols sofridos (2017: 38/2016: 39)
Grêmio: 75 gols sofridos (2017: 31/2016: 44)
Palmeiras: 74 gols sofridos (2017: 32/2016: 42)
Atlético-PR: 74 gols sofridos (2017: 42/2016: 32)
Flamengo: 70 gols sofridos (2017: 35/2016: 35)
Corinthians: 69 gols sofridos (2017: 27/ 2016: 42)
Santos: 65 gols sofridos (2017: 30/2016: 35)
 
DO SUPER ESPORTES PE 

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