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03/11/2017
06h26 | esportes - Copa Sul-Americana
COPA SUL-AMERICANA - Júnior Barranquilla-COL 0x0 Sport
Mesmo precisando vencer por três gols de vantagem, Leão adotou postura cautelosa e ficou no 0 a 0 no estádio Metropolitano, em Barranquilla
Em um jogo onde os dois times entraram em campo para “cumprirem tabela”, Junior e Sport fizeram um jogo de poucas emoções no estádio Metropolitano, em Barranquilla, e não saíram de um insosso 0 a 0. Resultado que, por conta da derrota por 2 a 0 sofrida no jogo de ida, na Ilha do Retiro, pôs um ponto final na trajetória histórica do Leão na Copa Sul-Americana, sendo o primeiro clube do Nordeste a chegar às quartas de final da competição.

Agora, os rubro-negros voltam todas as suas atenções para a reta final do Campeonato Brasileiro, onde lutam contra o rebaixamento. E para conseguir isso, vão precisar apresentar um futebol mais ousado do demonstrado na Colômbia. A começar no jogo do próximo domingo, contra a Chapecoense, na Arena Condá.

Sem contar com Rithely, Diego Souza, Osvaldo e André, o técnico Daniel Paulista optou por uma formação mais precavida. Com direito a dois laterais esquerdos, com Mena atuando um pouco mais avançado e Sander fechando a defesa. Assim, mesmo com a necessidade de marcar dois gols para levar a decisão ao menos para os pênaltis, a estratégia do Sport no primeiro tempo foi clara. Jogar recuado, muitas vezes com o time todo atrás do meio de campo, e esperar um erro na saída de bola do Junior para tentar um contra-ataque.

O grande problema do time pernambucano era colocar a segunda parte da estratégia em prática. Com pouco apoio pelos lados e Thomás incompetente na função de criação, os rubro-negros só chegaram perto de ameaçar a meta do goleiro Sebastián Viera em dois erros na saída de bola da defesa colombiana. Nada, porém, que assustasse o Junior. 

Por outro lado, jogando com a vantagem da vitória na Ilha, o time colombiano também não procurou se expor. Com o Sport todo postado atrás, muitas vezes os donos da casa tocavam a bola de lado e para trás, antes do meio de campo. Assim, poucas vezes tentaram forçar uma jogada mais ousada para furar o bloqueio pernambucano. Bem diferente do estilo envolvente do jogo de ida. O que tornou o confronto em Barranquilla chato.

A exceção de um chute cruzado para fora do meia Yony González (autor dos dois gols na Ilha), logo no primeiro minuto de partida, Magrão também poucas vezes teve motivos para se preocupar.

Segundo tempo

Desfalcado, Sport quase não criou no jogo
Na volta para a etapa final, o técnico Julio Comesaña sacou o atacante Matias Mier para a entrada de Ovelar, devolvendo ao Junior a formação que começou o jogo no Recife. Porém, a primeira boa chance foi do Leão, com Samuel Xavier arriscando de fora da área, logo no primeiro minuto, com a bola passando perto do travessão. Já Magrão fez a sua primeira defesa no jogo aos sete minutos, após boa jogada individual de Cantillo.

Com o passar do tempo, o Sport procurou adiantar um pouco mais a sua marcação e ocupar mais o campo de ataque. Por sua vez, o Junior seguia atuando com o regulamento embaixo do braço, tocando a bola, gastando o tempo e se arriscando pouco. 

Aos 15 minutos, Daniel Paulista fez a sua primeira mudança, com Lenis, único jogador ofensivo à disposição no banco de reservas, entrando na vaga de um inofensivo Rogério. O Sport melhorou e chegou a ensaiar uma pressão sob o Junior, com direito a quatro escanteios em 
 
 Porém, mesmo adotando uma postura um pouco mais ousada, faltou ao treinador do Sport jogadores no banco de reservas capazes de dar maior poder ofensivo ao time nos minutos finais. Características que, definitivamente, Thallyson e Rodrigo não possuem. Tranquilo, o Junior só esperou o apito final para seguir a caminho do Flamengo, nas semifinais.

Ficha do jogo

Júnior Barranquilla 0
Sebastián Viera; David Murillo, Jonathan Ávila, Rafael Pérez e Germán Gutiérrez; Pico, Cantillo, Yimmi Chará e Yony González (Luiz Diaz); Teo Gutiérrez e Matias Mier (Ovelar) Técnico: Julio Comesaña

Sport 0
Magrão; Samuel Xavier, Henriquez, Durval e Sander; Patrick, Anselmo (Thallyson) e Thomás (Rodrigo); Rogério (Lenis), Juninho e Mena. Técnico: Daniel Paulista

Estádio: Metropolitano (Barranquilla-COL). 
Árbitro: Daniel Fedorczuk (URU) 
Assistentes: Mauricio Espinosa e Miguel Nieva (ambos do URU)
Cartões amarelos: Anselmo, Mena, Samuel Xavier (S), Germán Gutiérrez, David Murillo (J).
 
DO SUPER ESPORTES PE 

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