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22/06/2016
15h03 | esportes - SPORT
Atacante Rogério foi apresentado oficialmente no Sport
SPORT
Rogério Sport (Foto: Lucas Liausu)Rogério diz que evoluiu num fundamento, especialmente: chutes a gol (Foto: Lucas Liausu)

DO GLOBOESPORTE.COM/PE 

 
Três anos depois de deixar o Náutico, o atacante Rogério está de volta ao Recife. Apesar de status de xodó entre os alvirrubros, a vida do atacante nos Aflitos nem sempre foi de paz. Inexperiente, envolveu-se em polêmicas e ficou marcado por desperdício de gols. Tudo isso, no entanto, está no passado, segundo o jogador. Na chegada ao Sport, Rogério pareceu ser o mesmo menino tímido de outros tempos, mas garante que evoluiu na carreira, nas passagens que teve por Botafogo, Vitória e São Paulo.

- Passei por vários treinadores e aprendi um pouco com cada um. Aprendi muito. Estou mais experiente e espero ajudar o Sport. Agora vou procurar me entrosar com o grupo e, daqui para a frente, pensar só no Sport para fazer as coisas da melhor forma possível.

De acordo com o Rogério, uma das grandes mudanças na carreira se deu no considerado o maior defeito na primeira passagem pelo Recife: as finalizações. 

- Hoje tenho mais calma para finalizar. Quando estava no Náutico, era muito afobado e agora fui aprendendo algumas coisas. De tanto as pessoas falarem (da finalização), treinei isso. Era o primeiro a chegar e último a sair no São Paulo treinando chutes a gol. Hoje, tenho calma e frieza de fazer gols.
 
Com uma numeração fixa desde o início da temporada, Rogério vestirá a camisa 90 no Sport, utilizado pelo atacante André, na temporada passada. Ele garante, no entanto, que a escolha não tem referência com o ex-rubro-negro. Quer se inspirar, apenas, no que ele fez na Ilha do Retiro para ir bem.

- Usei esse número fora, na Arábia, e o escolho porque é o ano que nasci. André é uma referência, um grande jogador e espero fazer o que ele fez aqui e honrar a camisa.

Oswaldo de Oliveira e Waldermar Lemos

No Sport, Rogério se deparou com o técnico Oswaldo de Oliveira, irmão de Waldemar Lemos, treinador que o acolheu como um filho no início da trajetória, no Náutico. As lembranças positivas empolgaram o novo camisa 90.

- Já tinha ouvido falar dele e sei que é muito parecido com Waldemar Lemos. Todas as pessoas falam bem de Oswaldo. Pelo que vi no treino, está sempre ajudando e fica pegando no pé mesmo para a gente aprender. Isso é fundamental para um jogado
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