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06/09/2015
07h27 | esportes - SÉRIE A
SÉRIE A: Sport 1x1 Santos - Leão segue vivendo um jejum que agora soma nove jogos sem vitória na competição
O Sport precisava da vitória para definir pelo que vai brigar daqui para frente no Brasileiro. Mas novamente ficou no quase. Neste domingo, na Ilha do Retiro, Leão empatou em 1 a 1 com o Santos, o 12° da equipe nesta Série A, e segue vivendo um jejum que agora soma nove jogos sem vitória. O meio da tabela é uma realidade, hoje, para o Rubro-negro, que um dia sonhou com a disputa de uma vaga na Copa Libertadores. E o reflexo disso foi a reação da torcida ao apito final: vaias para o time e gritos de "burro" para o técnico Eduardo Baptista.

Sport e Santos têm uma armação tática semelhante, o que fez com que o jogo começasse lento, com as duas equipes estudando a melhor opção para ir ao ataque. O Leão tomou a iniciativa, mas tinha dificuldade diante da marcação acertada do Peixe, que foi mais eficiente na ida ao ataque. A equipe paulista abriu o placar aos 20 minutos, se aproveitando de uma falha crônica dos rubro-negros: a bola alçada na área. Ricardo Oliveira, em posição de impedimento, aproveitou o rebote de Danilo Fernandes, após cabeçada de Gustavo Henrique.

Até sofrer o gol, o Sport não havia se encontrado no jogo. Estava claro que, se nada mudasse, a tendência era o Santos deslanchar na partida. Foi exatamente o que viu Eduardo Baptista. Imediatamente, ele chamou Régis no banco de reservas. O meia entrou no lugar de Wendel. Com isso, Diego Souza foi puxado para atuar como volante. A resposta foi tão imediata quanto a atitude do treinador. Aos 24, o Leão empatou, com André, cumprindo seu papel de centroavante.
 

A nova postura tática do Sport funcionou. O time jogava mais solto, chegando mais efetivamente ao ataque. O Santos ficou acuado logo após o gol, mas depois se encontrou novamente e buscou cadenciar a partida sempre que tinha a bola. O Leão fazia exatamente o contrário. Com Régis e Maikon Leite, tentava jogar em velocidade. 

Na volta para o segundo tempo, o Sport veio com Samuel na vaga de Maikon Leite. Taticamente, nada mudou, com o atacante atuando pela mesma faixa de campo (pelo lado direito). A torcida, porém, não aprovou a decisão de Eduardo Baptista, chegando a vaiar o jogador e o treinador. Em campo, o atleta também não ajudou. Errou todos os lances que tentou.

Embora o Santos tenha incomodado um pouco logo no início, o segundo tempo foi de pressão do Sport. Muito bem nas roubadas de bola, o Leão criou várias chances. Aos 31, André finalizou no travessão, após grande passe de Régis. Para tentar segurar a equipe rubro-negra, Dorival Júnior mexeu no setor de criação do seu time, colocando duas peças novas: Serginho e Neto Berola. 

O Sport tentou partir para o abafa no final do jogo, com Hernane Brocador na vaga de Diego Souza. O atacante, porém, pouco pôde fazer nos 15 minutos em que ficou em campo - pesou a decisão do treinador em demorar a colocá-lo. Apesar da correria, o Leão não criou mais chances, ficando até exposto na defesa. Por sorte, o Santos não encaixou nenhum contra-ataque, o que poderia transformar o empate em uma derrota.

 

Ficha do jogo

Sport
Danilo Fernandes; Ferrugem, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Wendel (Régis), Marlone, Diego Souza (Hernane Brocador) e Maikon Leite (Samuel); André. Técnico: Eduardo Baptista

Santos
Vanderlei; Victor Ferraz; David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato, Rafael Longuine (Serginho)  e Marquinhos Gabriel (Neto Berola); Gabriel (Leandro) e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.

Estádio: Ilha do Retiro.

Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG).

Assistentes: Pablo Almeida da Costa e Celso Luiz da Silva (ambos de MG).

Gols: Ricardo Oliveira (aos 20 do 1T), André (aos 26 do 1T).

Cartões amarelos: Matheus Ferraz (a 1 do 2T).

Público: 7.308.

Renda: R$ 158.430. 
 
Do Super Esportes 

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