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17/05/2014
18h52 | esportes - SPORT
SPORT -> Magrão planeja se tornar o jogador que mais defendeu o rubro negro na história
Clique e Confira.
O salto inacreditável que parou o chute de Carranza contra o Colo Colo, na Libertadores. A saída de gol certeira antes que Acosta marcasse pelo Corinthians na final da Copa do Brasil de 2008. Os três pênaltis defendidos contra o Náutico, na Sul-Americana do ano passado. Não foram poucos os momentos em que Magrão virou santo para a torcida do Sport. Devoção construída defesa a defesa. E assim, foram dez temporadas pelo clube. E assim, ele chega à marca de 500 jogos em competições, segundo o departamento de fisiologia do clube. Era para ter sido neste domingo, na Ilha do Retiro. Mas como o duelo contra o Bahia foi adiado, a comemoração ficou para a próxima quarta-feira, na partida contra o Cruzeiro, no Mineirão. Momento especial que, para o goleiro, simboliza o trampolim para uma nova meta.

Magrão quer ser o jogador que mais vestiu a camisa do Sport. Falta pouco. Na frente, apenas Bria. O zagueiro disputou 546 partidas entre 1949 e 1961 pelo Leão da Ilha, contando com amistosos. Assim, Magrão já teria 508. O arqueiro tem esses números em mente. Faz as contas para ultrapassá-los. “Nas minhas contas, até o fim do ano, terei mais 34 rodadas sem contar com a Sul-Americana. Como eu sou um cara meio ‘fominha’, o pessoal até brinca que eu não dou brecha para Saulo. Se fizer uma conta por baixo, com a Sul-Americana, termino esse ano com 538. No Nordestão ou Pernambucano do ano que vem, eu bato essa marca”, afirma.
Goleiro guarda coleção com camisas em casa de adversários do Sport em dez temporadas (Ricardo Fernandes/DP/D.A Press)
Goleiro guarda coleção com camisas em casa de adversários do Sport em dez temporadas

Inspiração para isso, o ídolo de todos os rubro-negros tem. Dida, 40 anos, e Rogério Ceni, 41, estão em atividade, defendem grandes clubes e, em forma, fazem grandes defesas. Vê-los em ação motiva Magrão a seguir em frente. A defender o clube que aprendeu a amar. A levantar mais do que as oito taças já conquistadas. “Na verdade, eu não penso em parar nem tão cedo. Até porque tem dois goleiros em quem eu me espelho muito. Dida e Rogério Ceni estão atuando em alto nível. Estou com 37 anos agora. Jogando até os 40, para mim, está ótimo.”
 

De jeito simples, o goleiro lapida a imagem de um mito em vermelho e preto. Magrão é mais defesa e menos falar. Mas, assim, ele sabe o papel que desempenha no clube. Da referência que virou para quem veste a camisa leonina e vai até a Ilha do Retiro. Parece se sentir mais um deles e, por isso, é tão respeitado. “Me sinto plenamente em casa. O número 500 é muito especial para minha vida e minha carreira”, afirmou o atleta, que guarda camisas do clube e de adversários como recordação da vitoriosa trajetória (veja o vídeo).

 

Saiba mais

 

Nas contas do clube, Magrão tem 499 jogos em competições e mais nove em amistosos. Entretanto, segundo o pesquisador Carlos Celso Cordeiro, o goleiro disputou apenas cinco amistosos, de um total de 508 jogos. Assim, ele já teria ultrapassado a marca de 500 jogos em competições.

Do Super Esportes 


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