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29/06/2015
22h17 | esportes - Seleção
Falta de atitude irrita Dunga, e Seleção deve ser modificada nas Eliminatórias

Entre 2006 e 2010, na primeira passagem de Dunga, a seleção brasileira por vezes jogou mal, destacou-se em grande parte do ciclo, mas teve na imensa maioria das partidas algo que o treinador preza muito: atitude e preocupação com os resultados. A ausência desses dois aspectos irritou a atual comissão técnica durante a disputa da Copa América. A tendência é que o grupo de jogadores seja modificado para as Eliminatórias, que terão início em outubro.

Os desfalques acumulados de última hora, como Oscar, Luiz Gustavo, Danilo e, já com o torneio em andamento, Neymar, além do equilíbrio entre as seleções sul-americanas, já faziam a comissão prever um futebol irregular, de altos e baixos. O que não se esperava era uma postura tão passiva dos jogadores diante dessa dificuldade.

Lançados por Dunga há anos na Seleção, o zagueiro Miranda e o lateral-esquerdo Filipe Luís terminaram a competição em alta. Comprometidos e com desempenho dentro do que se esperava. O mesmo não se pode dizer, por exemplo, de Roberto Firmino, vendido ao Liverpool por R$ 140 milhões, mas de atuações decepcionantes, especialmente na derradeira partida contra o Paraguai. Ele terá de produzir bem mais para continuar.

Os mercados chinês e árabe terão ainda mais peso nas convocações de Diego Tardelli e Everton Ribeiro. E o pênalti cometido por Thiago Silva, que ocasionou o empate do Paraguai e a consequente eliminação na disputa das penalidades, ainda não foi digerido. As reações inexplicáveis do zagueiro, reconhecidamente talentoso, em momentos cruciais, serão analisadas pela comissão técnica.

A constatação ao fim da Copa América é que era possível ter feito mais, apesar de todos os empecilhos. E que esse grupo de jogadores, a não ser que mude totalmente a atitude, não será capaz de enfrentar as dificuldades impostas nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.

Isso significa trabalho redobrado para Dunga, que aceitou comandar a equipe olímpica em busca de medalha de ouro inédita nos Jogos que serão disputados no Brasil, no ano que vem. Além de montar um time com jogadores de no máximo 23 anos, ele terá que reformular a base construída ao longo dos últimos 10 meses na seleção principal.

Alguns atletas com idade olímpica foram inseridos no grupo da Copa América, casos dos laterais Fabinho e Geferson. Ambos não entraram em campo nem por um minuto sequer, o que revela a insegurança em relação ao desempenho deles, e indica que nas Eliminatórias, torneio mais importante, eles poderão não ter o mesmo espaço.

Por outro lado, jogadores que estiveram fora das listas de convocados desde o fim da Copa do Mundo podem ter esperança. O descontentamento geral com a atitude demonstrada pelos jogadores deve abrir portas na seleção brasileira. Para a saída de uns e a entrada de outros.
 
Do globoesporte.com

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