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23/06/2015
14h06 | esportes - FUTEBOL NACIONAL
Veja os velhinhos do Brasileirão

LANCEPRESS

 

 

O termo 'experiente' no futebol é geralmente usado para se referir aos velhinhos da profissão. O Brasileirão 2015 reúne muitos vovôs em atividade e que fazem a diferença em seus times. Muitos deles são capitães e outros referências para o sucesso no torneio. O exemplo mais claro é o São Paulo, líder do torneio e que vê em Rogério Ceni o ídolo e guia para a busca por mais um troféu.

Mais velho do Brasileiro, Ceni tem 42 anos e já sabe o caminho das pedras para vencer. Sob seu comando, o tricolor foi tricampeão e o goleiro acumula mais de 500 jogos no torneio. O primeiro jogo do capitão são-paulino foi em 1993 e desde então ele foi expulso apenas três vezes. 

Pentacampeão em 2002 com a Seleção, Rogério Ceni tinha como companheiro de posição Dida, que foi campeão em 1999 pelo Corinthians e hoje é a terceira opção para o gol colorado.

O terceiro mais velho da competição também é goleiro, trata-se de Nivaldo, da Chapecoense, que aos 41 anos tem apenas dois jogos no torneio. 

Aos 40 anos, Zé Roberto é um dos líderes do Palmeiras, agora comandado por Marcelo Oliveira. Revelado pela Portuguesa, ele fez a primeira participação em 1994 e jogou até 1996, antes de ser vendido ao Real Madrid. Retornou em 2006 para jogar pelo Santos e depois passou ainda pelo Grêmio. Tem mais de 150 partidas e nove gols na competição.

Outro 'quarentão' é Marcelo dos Santos, o Marcelinho Paraíba, que joga pelo quinto time diferente o Brasileirão. A estreia foi pelo Santos em 1994, com sete jogos e nenhum gol. A melhor participação do meia foi pelo Coritiba em 2009, com 34 jogos e 14 gols.

No Sport desde 2005, Magrão tem mais de 170 jogos no Brasileiro, sendo apenas sete fora do Leão. Aos 38 anos, Alessandro Beti Rosa começou no Nacional, estreou no Brasileiro em 2001, pelo Botafogo-SP, e nunca foi expulso na sua trajetória do torneio. Neste ano o goleiro não teve muita sorte e sofreu lesão nas primeiras rodadas.

Perto de completar 37 anos, Fernando Prass esteve perto de ser campeão em 2011 pelo Vasco, mas ficou com o vice. Em 2015 disputa pela nona vez o Brasileiro, após passagens por Coritiba e Vasco. No ano passado, se machucou e voltou nas rodadas finais para ajudar a salvar o Palmeiras do rebaixamento. 

Único gringo dos dez mais velhos, Guiñazú, de 36 anos, jogou seis temporadas pelo Internacional e em quase 170 partidas no Brasileiro fez um gol. Famoso pelo estilo duro de jogar, foi expulso apenas duas vezes, mas recebeu mais 60 cartões, média de quase um a cada três jogos.

Com pouco mais de cem jogos no torneio, Emerson tem três títulos, a mesma quantidade de Ceni, e 33 gols. Sheik tem como ponto negativo o elevado número de cartões e as frequentes suspensões. São 42 amarelos e três vermelhos desde 2009, quando estreou pelo Flamengo.

Bicampeão pelo Santos, Renato chegou aos 36 anos em maio e tem mais de 250 partidas no Brasileirão. Com passagens por Guarani e Botafogo, o volante nunca recebeu cartão vermelho em onze edições da competição e fez 19 gols.

 





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