Página inicial
 
Mural de recados
23.05 | MARCOS LEITE
PERDEMOS UMA BATALHA, MAS NÃO PERDEMOS A GUERRA VAMOS GANHAR O CORURIPE, CENTRAL ...
22.05 | Davi
Essa Racreche sei não viu... ...
22.05 | Aldery
Alguém lembra aqui da Série B de 1997? Da parceria entre Central e Cadimo Barros ...
 
[Enviar] [Listar]
Esportes
Vídeos
CENTRAL de CARUARU
Clube Atlético do Porto
Sport Club do Recife
Santa Cruz Futebol Clube
Clube Náutico Capibaribe
Salgueiro Atlético Clube
Futebol Pernambucano
Futebol Nacional
Futebol Internacional
Opinião
Giros
Enquete
Não existe enquete no momento!
 
Publicidade
 
 
03/12/2014
09h49 | esportes - Futebol Nacional
Fluminense deve, pelo menos, R$ 4 milhões de direitos de imagem a Fred
CLIQUE E CONFIRA.
Fred, Coletiva Fluminense (Foto: Fernando Cazaes / Photocamera)Fluminense deve, pelo menos, R$ 4 milhões em direitos de imagem a Fred (Foto: Fernando Cazaes / Photocamera)

Fredempurrou a bola de neve ladeira abaixo e provocou uma avalanche interna no Fluminense. Ao escancarar os problemas financeiros do clube após a vitória por 5 a 2 sobre o Corinthians, no último domingo, fazer críticas aos dirigentes e levantar dúvida sobre sua permanência, agravou a crise que ocorre desde o início de 2014, mas que ficou sob o tapete nas Laranjeiras enquanto o time tinha chances de se classificar para a Libertadores. 

No domingo, Fred disse que o clube lhe deve 20 meses de direitos de imagem. Segundo o GloboEsporte.com apurou, a dívida chega a R$ 4 milhões e é referente a pagamentos que não foram feitos em 2013 e 2014. O camisa 9 recebe R$ 950 mil mensais (R$ 650 mil pagos pela patrocinadora). Os direitos de imagem estão nos R$ 300 mil de responsabilidade do Tricolor.

O Fluminense reconhece o débito com o capitão do time. São 19 meses de atraso, além de um saldo pendente de mais dois meses. O clube também tem valores a pagar para pelo menos outros cinco jogadores: Jean, Diguinho, Conca, Cícero e Walter. O somatório da dívida com eles é de pelo menos R$ 700 mil.  

No caso de Fred, o problema se agravou com a Copa do Mundo. Antes de o Mundial começar, o presidente Peter Siemsen decidiu interromper o pagamento dos direitos de imagem do atacante. Com a expectativa de que Fred fosse um sucesso na Copa, o mandatário apostou em esperar a competição para rediscutir o assunto ou até uma ampliação de contrato. 

Fred tinha a expectativa de renovação após a Copa. Desde o fim de 2013, pretendia ampliar o vínculo até o fim de 2018 e pedia um salário de R$ 1,5 milhão na composição entre clube e Unimed. Enxergava também a possibilidade de uma volta ao futebol europeu.   

O problema é que o Fred da Copa, com apenas um gol em seis jogos, não foi o que o clube imaginou. Sem mercado em razão do desempenho individual e do fracasso da seleção brasileira, restou apenas a dívida. Terminada a Copa, Peter, Fred, o vice de futebol Mário Bittencourt e o diretor executivo Paulo Angioni, que acaba de deixar o clube, planejavam dissolver o saldo devedor de imagem até o fim do contrato atual do atleta, que termina em dezembro de 2015. Um acordo chegou a ser costurado, mas não foi colocado em prática. 

Para cobrar o valor devido pelo clube, Fred chegou a notificar extrajudicialmente a Unimed, apesar de a cooperativa de médicos estar em dia com suas obrigações. Isso porque no contrato entre as partes há uma cláusula que estabelece que, em casos como esse, a responsabilidade de sanar a dívida passa para a patrocinadora. O jogador, no entanto, não fez isso dentro do prazo de 60 dias preestabelecido. Foi a partir deste episódio que o abatimento da dívida do Fluminense com o atleta em uma futura negociação começou a ser cogitado. O débito pode virar moeda de troca em caso de saída do atacante do clube. Dono de 20% dos direitos econômicos do camisa 9, o Tricolor não consegue quitá-lo e considera descontar o valor da parte que detém em uma futura negociação para repassar ao jogador. A Unimed, patrocinadora do clube, é dona dos outros 80%. O presidente da parceira, Celso Barros, estabelece € 5 milhões (cerca de R$ 15,1 milhões) como ponto de partida para negociar Fred, com boa possibilidade de redução, principalmente depois da Copa do Mundo. Foi por esse preço que a Unimed comprou a maior fatia dos direitos econômicos do camisa 9.

Os salários de Fred e do grupo estão em dia, assim como a parte que é de responsabilidade da patrocinadora. A Unimed é responsável pelo pagamento de direitos de imagem de vários jogadores. Esses direitos correspondem de 50% a 80% do total do salário dos atletas. A fatia da folha salarial do futebol que cabe ao clube é de R$ 2,8 milhões por mês. 

Aperto e tentativa de reorganização financeira

Em 2014, jogadores e funcionários chegaram a ficar dois meses sem receber salários. O clube conseguiu regularizar o quadro com a liberação de receitas que estavam penhoradas. Para tentar reorganizar as contas, o Fluminense aderiu ao chamado Refis da Crise, um programa de recuperação fiscal que permite o parcelamento de dívidas com a União. Paga mensalmente R$ 1 milhão no Refis e R$ 450 mil na Timemania. Também tenta equacionar ações trabalhistas e paga R$ 1 milhão mensal no Ato Trabalhista.

O desempenho do time em campo também interferiu no caixa do clube. Eliminado de forma precoce pelo América-RN na Copa do Brasil, o Fluminense deixou de faturar R$ 500 mil por não chegar sequer às oitavas de final da competição. Sem contar a receita com renda dos jogos das fases seguintes que o clube perdeu a chance de receber. 

DO GLOBOESPORTE.COM 


...
 
 
 
eXTReMe Tracker