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11/09/2014
22h26 | esportes - FUTEBOL NACIONAL
Corinthians supera Atlético-MG com gol de Petros e assume terceiro lugar
Clique e Confira.

Após três rodadas sem triunfar, o Corinthians reencontrou a vitória no Campeonato Brasileiro. Jogando pela primeira vez de preto em Itaquera – exigência do juiz, preocupado com a semelhança dos uniformes –, a equipe derrotou o Atlético-MG por 1 a 0, gol de Petros.

A bola colocada na rede pelo meia – que viveu dia feliz, iniciado com a redução de sua suspensão de 180 dias para três jogos, a ser cumpridos a partir de domingo – botou o time do Parque São Jorge na terceira colocação, com 36 pontos. A formação mineira, estacionada nos 30, terminou a primeira rodada do segundo turno em oitavo lugar.

Com o reforço de Gil e Elias, de volta da Seleção Brasileira, o Corinthians saiu na frente no equilibrado primeiro tempo, aos 13 minutos, em jogada construída por Ralf e Romero. Guerrero, que estava na seleção peruana, entrou na etapa final, inferior tecnicamente à primeira. Os donos da casa souberam proteger sua vantagem.

 

Equilíbrio e gol de Petros
As equipes entraram em campo com disposições táticas parecidas, embora o 4-2-3-1 do Atlético-MG tivesse jogadores mais leves na frente, quatro atacantes de origem. Tardelli era o armador central, caindo para a esquerda, motivo pelo qual Ralf inverteu o posicionamento habitual com Elias. Os visitantes tinham mais posse de bola.

 

Diferentemente de outras equipes que vão à zona leste de São Paulo, a comandada por Levir Culpi buscou o ataque e construiu boas jogadas. Jô concluiu a primeira, cabeceando com liberdade e parando em Cássio. Pouco depois, deixou com Luan, que bateu de fora da área e não ficou longe do ângulo esquerdo.

Se Tardelli articulava de um lado, Renato Augusto tramava os lances do outro. Mas foi o cabeça de área Ralf que avançou com liberdade pela esquerda, aos 13 minutos, e achou Romero livre – e em posição legal, após três impedimentos – na área. O atacante se precipitou no passe, porém Jemerson errou o corte e viu Petros aparecer para bater no canto direito.

O Corinthians poderia ter ampliado na sequência, quando Renato Augusto carregou da direita para a esquerda e tocou para Petros, que dividiu com Victor. Elias ficou com o rebote e tentou aproveitar a ausência do goleiro para bater de primeiro. Claudinei se esticou e evitou o segundo gol.

O Atlético-MG não mudou seu comportamento e criou problemas sempre que a movimentação de Tardelli iludiu a marcação. Ele chegou a deixar Luan na cara do gol em chance desperdiçada com chute torto. No equilibrado primeiro tempo, o primeiro tempo, a vantagem ficou com o time de preto.

 

Vantagem mantida
No intervalo, Levir Culpi trocou Carlos por Guilherme, que assumiu a faixa central da armação e liberou Tardelli para avançar pela esquerda, duelando com Fagner. O time não demorou a chegar com perigo, mas pelo outro lado, onde Luan recebeu de Guilherme e bateu cruzado.

 

O Corinthians respondeu em chute de Renato Augusto no travessão, e o Corinthians conseguiu se estabelecer no campo de ataque na sequência. Eram frequentes as chegadas à frente, especialmente pelo lado esquerdo da defesa do Atlético-MG, pouco protegida.

Os lances só não eram mais perigosos por alguns erros na escolha da jogada por Luciano, que se movimentava bem. Apagado na etapa inicial após um primeiro tempo razoável, Romero deu lugar a Guerrero aos 16 minutos. Aos 24, o Atlético tentou suas últimas cartadas com Eduardo e André.

Em busca do resultado, o Atlético-MG foi paulatinamente ganhando terreno, mas sem conseguir encaixar jogadas mais perigosas. Uma delas poderia ter acontecido em virada de bola na área, mas Tardelli não conseguiu o domínio. Outra, em posição ainda melhor, na frente de Cássio, teve domínio ruim de André no peito.

Apesar de um ou outro vacilo, os donos casa se defenderam com relativa eficiência, à espera do contragolpe fatal. A essa altura, o garoto Malcom – que entrou bem – já estava em campo, no lugar de Luciano. Bruno Henrique ainda entrou nos minutos derradeiros para ajudar a proteger a vantagem mínima. Nos acréscimos, ele perdeu chance clara para aumentá-la. Não fez falta.

Da Gazeta Esportiva 


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