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12/03/2013
13h36 | esportes - FUTEBOL NACIONAL
Um ano após deixar a CBF, Ricardo Teixeira vive como marajá nos EUA

Do Lancenet 

 

Há exatamente um ano Ricardo Teixeira renunciou ao cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e bandeou-se para os Estados Unidos, onde cumpre um exílio voluntário. Voltar ao Brasil significaria dar adeus a uma vida tranquila para reencontrar um passado de denúncias e cobranças.

Em solo americano, Teixeira usufrui de uma vida de marajá, ao lado da esposa e da filha. Reside em uma casa de valor estimado em R$ 2 milhões, em Boca Ratón.

Um condomínio de luxo, em Miami, é usado pelo dirigente para passar os finais de semana e realizar festas. Em uma mansão no valor de R$ 14 milhões, Teixeira acolhe os seus amigos, como revelou a “Folha de S. Paulo”, em fevereiro.

Aos 65 anos, Teixeira tem uma rotina de aposentado. Leva a filha ao colégio, faz compras no supermercado e passa o dia recolhido em sua casa, de onde administra seus negócios e interfere nos bastidores do futebol brasileiro.

Retornar ao Brasil não está nos planos de Teixeira. Ao sair às pressas, ele deixou para trás um rastro de denúncias e desconfianças quanto à sua conduta nos 23 anos que ficou à frente da CBF.

Uma sombria herança que inclui suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e sonegação de impostos, como mostrou o relatório da CPI do Futebol, realizada, em 2001. No total, foram 12 recomendações feitas ao Ministério Público sobre os supostos crimes.

 

LANCE!Net ‘visitou’ Teixeira

Em fevereiro de 2012, a reportagem do LANCE!Net revelou, em primeira mão, detalhes do milionário refúgio de Ricardo Teixeira na Flórida. A mansão fica em Boca Ratón, e está avaliada em R$ 2 milhões.

No condomínio The Polo Club, Teixeira conta com um campo de golfe exclusivo. A casa tem 1.324,36 metros quadrados. Só a garagem tem 227,38 metros quadrados. São três quartos e quatro banheiros. A casa foi construída em 1997, quando foi comprada pela Globul Anstalt por US$ 924.400 (R$ 1,8 milhão à época).

Segundo publicou a “Folha de S. Paulo”, a casa está registrada como sede da Kronos Capital Investiments, empresa de Teixeira.

 

Marcas de Teixeira

CPI do Futebol
Recebeu um total de 12 acusações no relatório final das investigações.

Fisiologismo e nepotismo
Em sua gestão, foram várias as nomeações de parentes e amigos para atender a seus interesses.

Doações a políticos
Em várias eleições, Teixeira fez doações para seus aliados.

Pontos corridos
Modificou a fórmula do Campeonato Brasileiro para pontos corridos.

Copa do Mundo
Foi campeão em 1994 e 2002.

 

 

Marin com o técnico Felipão em anúncio de convocação da Seleção (Foto: Mowa Press)

José Maria Marin saiu do anonimato para o centro do poder

Nem José Maria Marin poderia imaginar tamanho retorno aos holofotes, aos 80 anos de idade. No dia em que leu a carta-renúncia de Ricardo Teixeira à presidência da CBF, o até então desconhecido governador biônico de São Paulo viu o comando da entidade que dirige o futebol brasileiro e a direção do Comitê Organizador Local da Copa caírem em seu colo.

Beneficiado por ser o vice-presidente mais velho da CBF, o também ex-jogador do São Paulo saiu de seu quase anonimato para hoje administrar uma entidade que movimenta, apenas em receitas de patrocínios, R$ 220 milhões e um orçamento de R$ 896 milhões referentes ao Mundial de 2014.

Se não abriu uma discussão ampla pela reformulação do calendário e por uma eventual gerência dos grandes clubes em uma liga própria, Marin, contudo, foi fiel à promessa de manter o trabalho de Ricardo Teixeira. O paulistano, assim como seu antecessor, manteve o controle das federações estaduais e ainda aumentou a mesada destinada a essas entidades.

A medida manteve a unidade em torno do poder e inviabilizou a oposição dentro da CBF. Apesar da lealdade ao ex-presidente, ele colocou pessoas de sua confiança nos postos-chave: Marco Polo del Nero e Reinaldo Carneiro tornaram-se figuras proeminentes.

Mesmo assim, há quem garanta que tanto Del Nero quanto Carneiro foram ungidos por Teixeira, que atuou nos bastidores do poder.

 

Isto é Marin

Outra face
Ao contrário do antecessor, José Maria Marin distribuiu sorrisos e é mais atencioso no trato com a imprensa. Como está sempre concedendo entrevistas coletivas, as gafes também são muito mais recorrentes.

Ponte aérea
Com residência em São Paulo, Marin administra a CBF e o COL de uma sala na Federação Paulista de Futebol. Reuniões também são feitas por lá.

Tijolinho
Marin comprou outro terreno para a nova sede da CBF. O comprado por Teixeira tem problemas no solo e é alvo de disputa judicial.

 

Vladimir Herzog ainda ‘assombra’ Marin

Um fantasma do passado tem assombrado José Maria Marin, que viu seu nome envolvido na morte do jornalista e ex-diretor da TV Cultura, Vladimir Herzog, torturado e assassinado em 1975, durante o regime militar.

Dias antes da pisão e do assassinato do jornalista, Marin, então deputado, disse, em pronunciamento na Assembleia de São Paulo, ser “preciso uma providência, a fim de que a tranquilidade volte a reinar, não só nesta Casa, mas, principalmente, nos lares paulistanos”.

Ivo Herzog, filho de Vladimir, lançou um manifesto online pedindo a saída de Marin da presidência da CBF e do COL.





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