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22/11/2012
00h04 | esportes - SUPERCLÁSSICO
SUPERCLÁSSICO: Nos pênaltis, Brasil venceu Argentina e levou o bi do Superclássico
Seleção perde por 2 a 1 nos 90 minutos, mas hermanos desperdiçam duas cobranças - uma delas defendida pelo estreante Diego Cavalieri - e ficaram com o vice na Bombonera
Brasil vence o Superclássico das Américas (Foto: Juan Mabromata/AFP)

O Brasil precisou das penalidades máximas para levar, pela segunda vez consecutiva, a taça do Superclássico das Américas. Após derrota no tempo regulamentar por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em La Bombonera, a Seleção venceu a Argentina por 4 a 3.

Desta vez, o time de Mano Menezes comemora o título na casa dos hermanos, na mística Bombonera, que não pulsou tanto quanto nas partidas do Boca Juniors.

Sem convencer e apesar das críticas, a equipe canarinho havia vencido a partida de ida, no Serra Dourada, por 2 a 1. Mais uma vez, mesmo que no Superclássico das Américas, o Brasil fez um freguês. Aquele que a torcida mais gosta.

O JOGO

Um jogo extremamente parelho. O Brasil, que tinha a vantagem do empate, iniciou melhor porque teve vontade de ficar com a bola. Quando passou a jogar na base dos lançamentos, permitiu que a Argentina tivesse o domínio, ainda que não tenha sido claro.

Apenas um voleio de Martínez assustou o estreante Diego Cavalieri. As jogadas pelo alto dos pés de Montillo também arrancaram suspiros de "uh" em La Bombonera. Nada além disso.


Scocco fez os dois gols da Argentina em Buenos Aires (Foto: Alejandro Pagni/AFP)

   

Na base dos lampejos de Neymar, a Seleção Brasileira tentou arrancar em velocidade e criou as melhores ocasiões. A própria joia do Santos perdeu chance clara ao tentar colocar por cima de Orión.

Quando Arouca participou das tramas, a bola chegou redondinha na frente, embora jogar com três volantes nunca é uma opção saudável para o time verde-amarelo.

O jogo no segundo tempo foi mais cadenciado até as redes balançarem. A Argentina parecia sem vontade de ganhar o Superclássico e, com este tipo de comportamento, seguiu sem assustar a Seleção Brasileira. Até Martínez cair fora da área e o árbitro chileno dar pênalti. Scocco, que substituiu o palmeirense Barcos, bateu forte, tirou de Cavalieri e abriu o placar aos 37 minutos.

Antes, o Brasil foi cozinhando a partida, se resguardando dos perigos e parou de se arriscar na frente. Até porque Arouca, o "maestro" do time até então, foi sacado pelo professor Mano para a entrada de um perdido Jean.

Com fama de matador, a primeira bola que chegou para Fred foi para as redes. O artilheiro do Brasileirão com 19 gols, deixou tudo igual no minuto seguinte, à la Fluminense na campanha do título brasileiro. Um balde de água fria na cabeça dos hermanos!

Fred empatou o Superclássico na Bombonera no fim do segundo tempo (Foto: Mowa Press)

Porém, a garra característica dos anfitriões resolveu aparecer no apagar das luzes. Montillo arrancou, fez grande jogada e colocou Scocco na boa para deixar os argentinos na frente novamente. O gol levou a partida para a decisão nos pênaltis, vencida pelo Brasil. Martínez, do Corinthians, parou nas mãos de Cavalieri. Montillo isolou. Carlinhos foi o único a desperdiçar uma cobrança pela Seleção, que teve Thiago Neves, Fred, Jean e Neymar balançando as redes e garantindo o bicampeonato.

FICHA TÉCNICA
ARGENTINA 2 (3) X (4) 1 BRASIL

Local: La Bombonera, em Buenos Aires (ARG)
Data e hora: 21/11/2012, às 22h (horário de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses (CHI)
Auxiliares: Francisco Mondría (CHI) e Carlos Astroza (CHI)

Cartão amarelo: Guiñazú (ARG); Réver, Fred (BRA)
Cartão vermelho: nenhum
Gols: Scocco, 37'/2º (1-0); Fred, 38'/2ºT (1-1); Scocco, 46'/2ºT (2-1)

ARGENTINA: Orión; Lisandro López, Sebá e Desábato; Peruzzi, Cerro (Ahumada, 40'/2ºT), Guiñazú, Montillo e Vangioni; Martínez e Barcos (Scocco, 23'/2ºT). Técnico: Alejandro Sabella

BRASIL: Diego Cavalieri, Lucas (Bernard, 27'/2ºT), Réver, Durval e Fábio Santos (Carlinhos, 17'/2ºT); Ralf, Arouca (Jean, 22'/2ºT), Paulinho e Thiago Neves; Neymar e Fred. Técnico: Mano Menezes

Do Lancenet


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