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09/08/2010
14h08 | esportes - DINHEIRO
Futebol europeu 'invade' Estados Unidos e aproveita chance para faturar

Do UOL Esporte 

Atraídos pelo potencial do mercado norte-americano, os grandes clubes europeus se mudaram para os Estados Unidos neste início de temporada. Além de contar com um lugar estruturado para iniciar os preparativos para as suas competições, as equipes têm a possibilidade de ganhar ainda mais visibilidade. E em um país cada vez mais interessado pelo futebol, cativar o torcedor e faturar em seguida é assunto prioritário.

Bob Levey/Getty Images/AFP

Estádio em Houston lotado para acompanhar jogo do Manchester United; arquibancada cheia é rotina

Mike Stone/Reuters

Inter de Milão levou todas suas estrelas, até as que jogaram a Copa, para treinar nos Estados Unidos

Antes da preparação, os Estados Unidos são vistos como um excelente lugar para os negócios. Após o ‘boom' do futebol por causa da Copa do Mundo - que bateu recordes de audiência na televisão norte-americana - a possibilidade de recrutar fãs não foi desperdiçada. Real Madrid, Manchester United, Manchester City, Inter de Milão, Sporting, Tottenham, Benfica, Milan e Panathinaikos estiveram lá para isso (e também para treinar).

"Essa chance é única para os times que têm o interesse de globalizar suas marcas. Isso feito, eles podem ganhar torcedores, conquistar mais espaço na mídia e melhorar suas receitas", explica Ricardo Mathias. "A Copa despertou o interesse do público pelo futebol e o esporte agora é altamente vendável nos Estados Unidos", completa o especialista na área de marketing esportivo e diretor-executivo da Trevisan.

Rafael, lateral-direito do Manchester United e da seleção brasileira, esteve nos Estados Unidos para a pré-temporada dos Red Devils. O atleta viu de perto o aumento do interesse do público pelo esporte. "Eles estão cada vez mais envolvidos com o futebol e isso é muito bom. Eles realmente nos acompanham, mesmo à distância, e a gente percebe a felicidade com a nossa chegada. Distribuímos autógrafos e fomos recebidos da melhor maneira possível", comenta.

As oportunidades para faturar podem até mesmo se sobrepor à organização da pré-temporada. José Luiz Runco, médico da seleção brasileira, alerta para possíveis riscos aos jogadores. Viagens longas, fuso-horário e clima diferente podem atrapalhar o início da temporada. "Os departamentos médicos das equipes têm que fazer um estudo amplo para colocar as suas equipes em um outro continente em uma fase tão importante", alerta.

Runco, no entanto, não acredita em prejuízo que seja capaz de atrapalhar o rendimento da equipe a longo prazo. "Nos clubes, há tempo para isso ser corrigido. Há chance para recuperar o atleta, se for esse o caso. O esquema de organização dos jogadores para um torneio curto como a Copa do Mundo é totalmente diferente", indica.

Rafael também minimiza o desgaste pela etapa de preparação feita pelo Manchester United fora da Europa. "Não acredito que as viagens dificultem, principalmente pelo fato de normalmente serem apenas duas semanas longe da Europa. Ficamos concentrados e bastante focados nos treinamentos", reforça o lateral.

Mais uma vez nos Estados Unidos, desta vez após a convocação de Mano Menezes, o lateral da seleção brasileira ressalta a recepção calorosa e o interesse cada vez maior dos norte-americanos pelo futebol. "Já estive nos Estados Unidos em outras oportunidades. Hoje, o povo norte-americano comparece em grande número aos nossos jogos e treinos", complementa o jogador, chamado para o amistoso desta terça-feira, contra os EUA, em Nova Jersey.

Ricardo Mathias explica que o clube que tem visão deve estar atento a oportunidades para atrair novos torcedores - como ocorreu em anos anteriores na Ásia. "A equipe tem que aproveitar a boa receptividade para realizar ações estratégicas com o objetivo de dar visibilidade à marca. Mas para transformar um torcedor em um consumidor fiel, é necessário ter ídolos em seus elencos. Estes são os ‘produtos' que os clubes têm a oferecer no mercado", compara.


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