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04/08/2010
10h18 | esportes - Libertadores
Chivas derrota La U, vai à final e põe São Paulo ou Inter no Mundial
Membro da Concacaf, time mexicano, que participa da Libertadores como convidado, não pode ir a Abu Dhabi como representante da Conmebol

GLOBOESPORTE.COM Santiago

A disputa entre São Paulo e Inter, marcada para esta quinta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Morumbi, pelas semifinais da Taça Libertadores da América, passou a valer mais do que uma vaga na decisão da competição continental. Nesta terça, o Chivas de Guadalajara venceu o Universidad de Chile por 2 a 0, no estádio Nacional, em Santiago, e se classificou para as finais, mas como participa da Libertadores como convidado, não pode ser o representante da Conmebol no Mundial de Clubes da Fifa, caso leve o título. Com isso, quem se classificar no duelo brasileiro tem presença garantida no torneio disputado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, no fim do ano.

Diante das arquibancadas lotadas por torcedores chilenos, a equipe mexicana não se intimidou e partiu para cima dos donos da casa desde o início, ignorando a teórica vantagem da La U, que havia arrancado um empate em 1 a 1 no jogo de ida. Xavier Báez, aproveitando uma falha do goleiro Miguel Pinto, e Magallón marcaram os gols do Chivas, que entrou nesta edição do torneio nas oitavas de final, depois de ter sido impedido de seguir na disputa em 2009 por conta da epidemia de gripe.

O Chivas decide a Libertadores da América com Inter ou São Paulo em datas a serem confirmadas pela Conmebol. A tendência é que as partidas aconteçam nos dias 11 e 18 de agosto.

Primeiro tempo eletrizante tem vilão chileno

Com a obrigação de tomar a iniciativa, os mexicanos não esperaram para correr atrás do primeiro gol. A bola rolava a menos de um minuto quando Omar Bravo aproveitou falha de Victorino, na entrada da área chilena, fez o desarme e tocou para Mejía, que bateu cruzado para fora. Aos cinco, o Chivas chegou novamente com perigo pela esquerda. Marcos Fabian invadiu a área e fez o corte na marcação, mas chutou em cima de Olarra.

Demonstrando muita disposição, o time do técnico José Luis Real intensificou a pressão. Aos nove, Fabian tentou surpreender o goleiro Miguel Pinto e arriscou de fora da área, mas a bola saiu à esquerda da meta chilena. Pouco depois, aos 12, o camisa 1 do Universidad deu sinais de que poderia vir a ser o herói do jogo. Bravo recebeu na área, de costas para a marcação, e, de letra, fez o passe que deixou Bautista livre, de frente para o gol. Miguel Pinto, com os pés, evitou o gol. Um minuto depois, novo teste para Pinto. Omar Bravo foi lançado na área e chutou cruzado. Com a mão esquerda, o goleiro interrompeu a trajetória da bola.

Bravo e Galindo chivas gol universidad de chile libertadoresOs mexicanos do Chivas vibram no estádio Centenário, em Santiago (Foto: agência Reuters)

Só então os chilenos foram dar algum trabalho ao goleiro Luis Ernesto Michel. Aos 16, o argentino Montillo tentou de cabeça, mas a conclusão saiu muito fraca. Aos 18, o zagueiro Araujo apareceu bem e travou a conclusão do camisa 10 de La U, depois do cruzamento rasteiro da esquerda.

Mas, aos 22, os mexicanos voltaram ao ataque, e desta vez o goleiro Miguel Pinto trocou de papel: virou o vilão num único lance. De fora da área, Bautista tentou o chute, mas a bola explodiu na zaga chilena. Na sobra, Xavier Báez mandou uma bomba de primeira, e Pinto, na tentativa de fazer a defesa, viu a bola escapar entre suas mãos e atravessar, vagarosamente, a linha do gol. Com o lado direito da defesa muito frágil, os anfitriões quase sofreram mais um golpe aos 24. Fabian penetrou com facilidade pelo setor, mais uma vez, cortou a zaga chilena e bateu de canhota, mas desta vez o arqueiro da equipe chilena mostrou serviço.

Sem se entregar, os donos da casa aproveitaram a queda de ritmo dos visitantes e chegaram a carimbar o travessão dos mexicanos duas vezes. A primeira aos 34, na bomba de Contreras, que o goleiro Michel conseguiu desviar. A outra foi aos 37, na cabeçada de Olarra, após cobrança de escanteio. Os chilenos seguiram pressionando até o último minuto do eletrizante primeiro tempo. Montillo invadiu a área pela direita, cortou para o meio e chutou cruzado para mais uma bela defesa de Michel.

La U se expõe e sofre o segundo gol

Apesar da promessa de tensão desde o início, o segundo tempo da partida foi interrompido aos dois minutos por um incidente que arrancou risos dos jogadores: um pequeno cão invadiu o gramado do estádio Centenário e estacionou no meio de campo. Alguns atletas, de ambos os times, ainda fizeram afagos no cachorro. Com a bola rolando novamente, e Diego Rivarola no lugar de Contreras, no Universidad, os donos da casa se viram com a obrigação de partir para cima do Chivas, em busca do gol de empate.

Marco Fabian, Adolfo Butista e Javier Baez chivas gol universidade de chile libertadoresOs mexicanos não se intimidaram com a pressão
da torcida chilena (Foto: agência Reuters)

Resultado: os chilenos acabaram expostos ao veloz ataque mexicano. Aos quatro, o insistente Bautista arriscou mais uma vez de fora da área, mas a bola saiu à direita de Miguel Pinto. Aos cinco, Bravo fez ótimo passe para Omar Bravo, e o goleiro se antecipou para fechar o ângulo e desviar para escanteio.

Aos nove, o zagueiro Magallón aproveitou cruzamento na área e cabeceou para ótima defesa de Miguel Pinto. No rebote, o goleiro, que vinha se redimindo da falha na primeira etapa, nada pôde fazer, e o defensor chutou forte para estufar as redes.

Com a obrigação de marcar três gols para garantir a vaga, o Universidad de Chile não conseguiu esconder o abatimento. Os mexicanos se aproveitaram, e aos 20 quase saiu o terceiro. Bautista avançou pelo meio, tabelou e fez o giro dentro da área, mas a finalização saiu fraca.

Aos 23, Ponce freou mais uma tentativa de reação chilena, no cabeceio de Olarra interceptado em cima da linha do gol. Aos 34, Marcos Fabián arriscou de longe, para defesa segura de Pinto. Apesar do desânimo estampado nos rostos dos chilenos, dentro e fora de campo, a torcida chilena preferiu não perder a viagem: cantou até o apito final, apesar do sonho frustrado.

UNIVERSIDAD DE CHILE 0 X 2 CHIVAS
Miguel Pinto, Matías Rodríguez, Rafael Olarra (Eduardo Vargas), Mauricio Victorino, José Rojas (Ángel Rojas), Felipe Seymour, Manuel Iturra, José Contreras (Diego Rivarola), Edson Puch, Walter Montillo, Juan Manuel Olivera.Luis Ernesto Míchel, Mario De Luna, Héctor Reynoso,  Magallón, Miguel Ponce, Xavier Báez, Patricio Araujo, Edgar Mejía, Marco Fabián (Edgar Solís), Adolfo Bautista (Davilla), Omar Bravo (Vasquez).
Técnico: Gerardo Pelusso.Técnico: José Luis Real.
Gols: Xavier Báez, aos 22 minutos do primeiro tempo. Magallón, aos nove minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Omar Bravo, Juan Manuel Olivera e Edgar Mejía.
Estádio: Nacional, em Santiago, Chile. Data: 03/08/2010. Horário: 22h15m (de Brasília). Árbitro: Sergio Pezzotta (Argentina). Assistentes: Roberto Reta (Argentina) e Gustavo Esquivel (Argentina

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