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11/03/2010
12h52 | esportes - LIBERTADORES
Nas alturas para voar mais longe: Inter encara o Deportivo Quito no Equador
Colorado joga 2,8 mil metros acima do nível mar para tentar começar a encaminhar classificação às oitavas de final da Libertadores

Existe o mundo real e o mundo do futebol. No primeiro, o Inter já está nas alturas. Afinal, subiu 2,8 mil metros acima do nível do mar, o suficiente para incomodar um sujeito que escolheu jogar futebol, um profissional que tem os pulmões como instrumento quase tão importante quanto as pernas. No mundo do futebol, a tarefa é mais árdua, porque subir na vida significa vencer. Para voar mais longe, para poder tocar o céu da classificação com as mãos, o Colorado visita o Deportivo Quito às 23h30m (de Brasília) desta quinta-feira, no Estádio Olímpico Atahualpa.

É bem verdade que se trata apenas do segundo jogo colorado na Libertadores. Mas é também a típica partida com cara de coadjuvante e alma de protagonista. Se vencer o duelo em Quito, o time treinado por Jorge Fossati irá a seis pontos e depois terá dois jogos seguidos diante de sua torcida - ambos contra o Cerro, do Uruguai: o primeiro em Rivera, na fronteira com o Rio Grande do Sul, e o segundo no Beira-Rio. Uma vitória vermelha em Quito esboça a classificação vermelha às oitavas de final da Libertadores. 


Altitude? É psicológico... 

Uma pessoa chega tremendo de frio e reclama da temperatura. A outra, com a maior cara de pau, afirma: ‘Nada. Frio é psicológico'. É um comentário antigo, daqueles que já torraram a paciência, mas que foi, com algum exagero, usado pelo Inter na preparação para o jogo em Quito. A comissão técnica colorada, no melhor estilo "lavagem cerebral", tentou convencer o elenco de que a altitude é um problema mais psicológico do que físico.

Claro, os profissionais do Inter não negam a influência da altitude. Para o técnico Jorge Fossati, o impacto é de 10% ou 15% no ritmo do jogo. O preparador físico Alejandro Valenzuela destacou que o medo da altitude aumenta o impacto da falta de ar.

- Napoleão visitava os enfermos com lepra e dizia a eles que a doença atacava mais quem tinha medo dela. É o mesmo com o ar - comentou ele.

Os jogadores do Inter entenderam o recado. Nas entrevistas que deram, eles não desconsideraram o impacto da altitude, mas deixaram claro que não estão muito encucados com a situação.

- Não é um bicho de sete cabeças - afirmou o volante Sandro.

O Inter tem uma dúvida na formação da equipe. O zagueiro Bolívar, com dores no joelho, corre sério risco de ficar fora da partida. Juan está de sobreaviso e provavelmente irá a campo. A equipe colorada seguirá no esquema 3-5-2, com apenas Giuliano como articulador. Edu acompanhará Alecsandro no ataque. Bruno Silva ganhou a disputa com Nei pela ala direita.

Adversário em crise


O Deportivo Quito vive forte crise. Vai mal no Campeonato Equatoriano, largou com derrota para o Cerro e péssimo futebol na Libertadores e, para fechar o quadro, perdeu o clássico da cidade contra a LDU no sábado. O time mandante promete atacar o Inter para amenizar o mau momento. O sistema ofensivo, com Arroyo, Pirchio e Borghello, preocupa os colorados.

A partida tem a presença de Jorge Fossati como curiosidade. Como técnico da Liga de Quito, ele foi adversário do Deportivo repetidas vezes. Ele será especialmente vaiado no Olímpico Atahualpa.

DEPORTIVO QUITO INTERNACIONAL
Ibarra, Checa, Hurtado e Caicedo; Esterilla, Minda, Escobar, Saritama e Arroyo; Pirchio e  BorghelloAbbondanzieri, Índio, Sorondo e Juan (Bolívar); Nei, Sandro, Guiñazu, Giuliano e Kleber; Edu e Alecsandro.
Técnico: R. D. InsúaTécnico: Jorge Fossati.
Estádio: Olímpico Atahualpa. Data: 11/03/2010. Árbitro: José Buitrago (Colômbia). Auxiliares: Wilson Berrío (Colômbia) e Javier Camargo (Colômbia).
Transmissão: O SporTV exibe a partida ao vivo para todo o Brasil.
Tempo Real: O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partir de 23h30m (de Brasília).

 


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