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20/04/2012
15h46 | esportes - LIBERTADORES
‘Mercadón’: Libertadores dá opções de negócios aos clubes brasileiros

Do globoesporte.com 

Orión, Bonet, Insaurralde, Lisandro López e Emiliano Papa; Ledesma, Matias Rodríguez, Macnelly Torres e Riquelme; Cvitanich e Pabón. Dá um time dos bons. Todos eles, e outros tantos, são nomes que circulam pela Libertadores da América e que se apresentam ao mercado brasileiro, mais rico do que o dos vizinhos, como alternativas de contratação. De apostas a certezas, há atletas capazes de matar a carência dos clubes por aqui.

O destaque ganho por eles no continente deixou de ser impeditivo para que venham ao Brasil, pelo menos quando se trata dos principais clubes brasileiros. O Inter é um caso exemplar. Tem, em seu elenco, quatro jogadores com passagens pela seleção argentina: D’Alessandro, Dátolo, Guiñazu e Bolatti. Todos poderiam escolher entre os principais clubes de seu país. Mas jogam no Brasil, onde ganham mais.

Ou seja: se algum dos gigantes brasileiros quiser buscar um gringo, terá uma vantagem natural na concorrência. Para facilitar a vida dos olheiros, o GLOBOESPORTE.COM analisou o elenco dos clubes dos países vizinhos, observou o rendimento deles na Libertadores e pediu a opinião de jornalistas para formar uma lista de possíveis reforços. Há jogadores indiscutíveis, caso de Riquelme, e apostas mais arriscadas. Confira abaixo.

header goleiros (Foto: arte esporte)
orion boca juniors (Foto: Reuters)

Agustin Orión (Boca Juniors) – É um dos goleiros mais expressivos dos últimos anos no futebol argentino. Passou por três clubes de forte pressão: San Lorenzo, Estudiantes e Boca Juniors. Aos 30 anos, embora não seja unanimidade, vive um dos momentos mais sólidos da carreira. No ano passado, teve a melhor média da história do Campeonato Argentino ao sofrer apenas seis gols em 19 partidas. É o comandante da defesa do Boca na Libertadores, com somente três gols levados. Goleiro de bom posicionamento e eficiente nas saídas de bola, é uma opção cara, mas de risco pequeno.

Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield) – O goleiro titular do Vélez Sarsfield demorou a marcar presença como um dos principais jogadores da posição no país. Aos 28 anos, ele foi uma referência do clube na ótima campanha da primeira fase da Libertadores, consolidando aquilo que havia feito em temporadas anteriores – em 2008, foi o arqueiro menos vazado do Campeonato Argentino. “É um goleiro que raramente erra”, resume Juan Pablo Mendez, do jornal “Olé”.

Johnny Herrera (Universidad de Chile) – Talvez não seja loucura dar uma segunda chance a Johnny Herrera no futebol brasileiro. Afinal, lá se vão mais de cinco anos desde a passagem apagada do goleiro pelo Corinthians. No Universidad de Chile, ele é visto como referência, e isso não é pouca coisa. Foi campeão da Sul-Americana de 2011 pelo time andino sem sofrer sequer uma derrota. Acabou eleito o melhor goleiro do continente pelo jornal uruguaio “El País”. É um jogador ágil, por vezes espalhafatoso, e costuma colecionar polêmicas fora de campo. Está com 30 anos.

Sebastián Torrico (Godoy Cruz) – Uma opção mais barata, e também mais arriscada, é Sebastián Torrico, do Godoy Cruz. Apesar dos 12 gols sofridos na Libertadores, tem razoável cartaz na Argentina. “Tem boa velocidade com as pernas e bom salto”, comenta Alan Yajia, da Rádio Paternal de Buenos Aires. Quem optou por Torrico como titular do Godoy Cruz foi Nery Pumpido, ex-goleiro da seleção argentina e atual treinador do clube. O jogador tem 30 anos. Também defendeu o Argentinos Juniors.

header laterais (Foto: arte esporte)
Miguel Samudio comemora gol do Libertad contra o Nacional na Libertadores (Foto: AFP)

Miguel Samúdio (Libertad) – Se algum clube se interessar pelo lateral-esquerdo Samúdio, terá que ter consciência imediata de que contratá-lo não é uma tarefa exatamente simples. O Corinthians que o diga. No ano passado, o clube paulista tentou adquirir o jogador, sem sucesso. Não quis bancar os mais de R$ 6 milhões pedidos pelo Libertad, do Paraguai. Samúdio faz sua segunda boa Libertadores consecutiva pelo clube do Paraguai – classificado para as oitavas de final como primeiro colocado do Grupo 5, à frente do Vasco. No ano passado, o lateral foi um dos responsáveis pela eliminação do Fluminense nas oitavas de final da disputa. Fez um dos gols da vitória de 3 a 0 em Assunção. Tem 25 anos.

Emiliano Papa (Vélez Sarsfield) – Tiro quase certo. Aos 29 anos, virou uma referência do Vélez Sarsfield. Além da competência como lateral-esquerdo, joga como volante. Tem experiência, incluindo passagens pela seleção argentina, e combatividade. É admirado pela torcida do clube que defende pela segunda vez, após passagem apagada em 2006. Foi formado no Rosario Central. Tem dois títulos do Torneo Clausura. Vasco e Atlético-MG sondaram o jogador no passado.

Facundo Roncaglia (Boca Juniors) – Caso algum clube brasileiro esteja sofrendo com infiltrações pelo lado direito de sua defesa e precise de uma solução para ali, pode olhar com carinho para a casa amarilla, sede do Boca Juniors. É o lugar onde treina Facundo Roncaglia, zagueiro de origem, mas deslocado para a lateral direita na atual temporada. Foi por ali que ele atuou nas duas partidas contra o Fluminense na Libertadores – derrota de 2 a 1 na Bombonera e vitória de 2 a 0 no Engenhão. O jogador é jovem, apesar de experiente, com passagens também pelo Estudiantes e pelo Espanyol, de Barcelona. Tem 25 anos.

carlos bonet paraguai (Foto: agência Getty Images)

Carlos Bonet (Libertad) – Os tempos de crescimento do Libertad coincidem com o fortalecimento de alguns jogadores. Bonet é quase um sinônimo da equipe paraguaia. Símbolo de polivalência, ele já era uma das referências da equipe na Libertadores de 2006, na campanha que resultou em classificação para as semifinais da disputa, com eliminação para o Inter. E ele jogava como lateral-direito. Depois, foi deslocado para o meio – como volante e até como criador. É figura costumeira na seleção paraguaia. O porém: já tem 34 anos.

Clemente Rodriguez comemora gol do Boca sobre o Estudiantes (Foto: AFP)

Clemente Rodríguez (Boca Juniors) – É mais um caso de jogador que atua preferencialmente como lateral (no caso dele, pela esquerda), mas que também pode ser deslocado para o meio. Aos 30 anos, Clemente Rodríguez faz parte de uma defesa que virou exemplo de solidez na Argentina. Além do Boca, ele defendeu Spartak Moscou, Espanyol e Estudiantes. Disputou a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, mas só foi a campo uma vez no time de Diego Armando Maradona. Em 2007, foi tricampeão da Libertadores pelo Boca, como titular, batendo o Grêmio no Olímpico por 2 a 0 – já havia vencido o torneio em 2001 e 2003.

header zagueiros (Foto: arte esporte)

 

lisandro lopez zagueiro argentina e arsenal (Foto: Agência AFP)

Lisandro López (Arsenal) – Em 2011, em jogo contra o Olimpo, Lisandro López foi até a área do rival. Era um escanteio. Em tese, ele estava lá para aproveitar seu quase 1,90m em algum golpe de cabeça. Acabou fazendo, de bicicleta, de primeira, um dos gols mais bonitos do ano em todo o planeta – o que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Puskas, no qual foi superado por Neymar e sua pintura sobre o Flamengo. Com apenas 22 anos, é um zagueiro promissor, titular do Arsenal. Vale apostar nele.

Juan Manuel Insaurralde (Boca Juniors) – Uma das grandes afirmações do Boca Juniors em seu período de novo fortalecimento é Juan Manuel Insaurralde. Aos 27 anos, ele é a base de uma defesa extremamente sólida. Acompanha o veterano Schiavi, ex-Grêmio, na dupla de zaga xeneize. Faz mais de ano que o clube de Buenos Aires não perde com os dois jogando juntos – na derrota de 2 a 1 para o Fluminense, Schiavi estava fora. Ex-jogador de Newell’s Old Boys e Chacarita Juniors, Insaurralde tem chances de jogar a Copa do Mundo de 2014. É um atleta muito valorizado – consequentemente, caro.

Diego Luis Braghieri do Lanús e Vagner Love do Flamengo (Foto: AP)

Diego Braghieri (Lanús) – A derrota de 3 a 0 para o Flamengo, na última rodada da fase de grupos da Libertadores, não deve servir de parâmetro para o sistema defensivo do Lanús. O time argentino não havia sofrido gols em três dos cinco jogos anteriores. E, em parte, graças a Diego Braghieri, de 25 anos. Está longe de ser uma sumidade técnica, mas é um jogador aguerrido, com capacidade para evoluir. É uma aposta mais barata do que Lisandro López e Insaurralde. Ele também defendeu o Rosario Central.

Pablo Frontini (Bolívar) – Caso algum clube brasileiro tenha pouco dinheiro, carência de líderes e consciência de que não vai contratar um craque, Pablo Frontini, do Bolívar, pode ser uma boa opção. Aos 28 anos, o argentino chegou à Bolívia depois de ser revelado pelo River Plate, perambular por clubes menores de seu país e tentar a sorte no Chipre. Faz uma boa Libertadores pelo Bolívar, classificado às oitavas de final como segundo colocado do Grupo 3. Tem bom posicionamento e sabe se antecipar às jogadas. É pouco técnico.

header volantes (Foto: arte esporte)
Aranguiz gonzalez  universidad do chile x penarol (Foto: Reuters)

Charles Aránguiz (Universidad de Chile) – Com 23 anos, Charles Aránguiz é um atleta no qual apostar provavelmente não será má ideia. Titular do Universidad de Chile, o jogador foi apontado pela Pluri Consultoria como um dos 25 mais valiosos do continente – foi o único chileno na lista. É um volante que marca forte e sai bem para o ataque, com boa qualidade no passe. Também defendeu o Colo Colo, rival de La U no país, além de Cobreloa e Cobresal e do Quilmes, da Argentina. Foi eleito o melhor jogador da decisão da Sul-Americana de 2011.

Pablo Ledesma (Boca Juniors) – A tradição da linha de quatro meio-campistas na Argentina permitiu que Pablo Ledesma ganhasse características tanto de marcação quanto de criação. Pode jogar como segundo volante ou como articulador mais recuado. Faz muitos gols. É especialista em jogadas de bola parada. Aos 28 anos, é um jogador muito experiente, com passagem de três anos pelo futebol italiano, no Catania. Tem nove títulos pelo Boca, incluindo uma Libertadores.

 

Matías Rodríguez (Universidad de Chile) – Um dos destaques de La U está a um passo da seleção argentina. E como lateral-direito. O argentino Matias Rodríguez é mais um caso de jogador polivalente. Dependendo do esquema, pode atuar mais pelo flanco ou mais centralizado. É lateral e volante – até como zagueiro já atuou. Aos 26 anos, tem passagens por dois dos principais clubes do continente: o Boca Juniors, da Argentina, e o Nacional, do Uruguai.
 

 

somoza ortigoza boca juniors x san lorenzo (Foto: AFP)

 

Leandro Somoza (Boca Juniors) – Jogador de experiência e liderança. É peça importante no meio-campo do Boca Juniors, mas sofre com uma lesão que deve deixá-lo fora dos gramados até maio. Tem forte capacidade de marcação e também sabe chegar ao ataque. Foi dele o gol marcado contra o Fluminense na derrota de 2 a 1 na Bombonera, pela Libertadores. Já tem 31 anos. Vestiu a camisa da seleção argentina e também defendeu Villarreal e Betis, da Espanha, além do Vélez Sarsfield, com quem ganhou dois Clausuras.
 

 

header meias (Foto: arte esporte)

Damián Lizio (Bolívar) - Rápido, usa a habilidade com o pé direito para se desvencilhar dos adversários em um pequeno espaço. Cai bastante pelos lados do campo e parte para cima sempre com dribles curtos. Uma das principais jogadas é a chegada pela lateral, seja direita ou esquerda, penetrando na área e buscando um companheiro em boa condição. Apesar dos 22 anos, já passou por River Plate, Córdoba e Anorthosis, além do Bolívar. Tem um gol na Libertadores - um golaço, por cobertura, marcado contra o Universidad Católica na última terça-feira

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macnelly torres atletico nacional (Foto: EFE)

Macnelly Torres (Nacional-COL) - Costuma jogar de frente para o gol, controlando as principais ações ofensivas do time. Macnelly é dono de lançamento preciso e passes que deixam seus companheiros na cara do gol. Apesar de também cair pelos lados do campo, geralmente frequenta a faixa central. Arrisca chutes potentes de fora da área com o pé direito e já deu trabalho ao Palmeiras quando defendia o Colo Colo. Aos 27 anos, também rodou por Junior Barranquilla e Cúcuta, da Colômbia, e San Luís, do México. Foi especulado em alguns clubes brasileiros, mas ficou marcado por uma polêmica declaração sobre o interesse do Vasco, questionando a grandeza do time carioca. Também foi apontado na mídia chilena como pivô de uma dicussão com o treinador do Colo Colo, o argentino Diego Cagna.

Diego Valeri (Lanús) - O meia é quem puxa o ritmo do Lanús em campo. Destaca-se pela habilidade e pelas assistências. Foram dele, inclusive, dois dos passes para os gols nas vitórias por 1 a 0 e 2 a 0 sobre o Emelec, pela terceira e quarta rodadas da primeira fase. Marcou uma única vez: na goleada por 6 a 0 sobre o Olímpia. Aos 25 anos, destro, conduziu bem o time em campo com boas jogadas e ajudou o Lanús a se classificar com a melhor campanha do Grupo 2. No entanto, em algumas situações costuma sumir um pouco do jogo. Além dos argentinos, Valeri já defendeu Almería, da Espanha, e Porto, de Portugal.

Augusto Fernandez gol Velez Sarsfield (Foto: AP)

Augusto Fernández (Vélez Sarsfield) - Boa opção pelo lado direito do campo, o meia costuma aparecer com frequência no ataque e dar opções de gol. Destro, distribui bem o jogo e chuta com muita força. Costuma balançar a rede com frequência. Nesta Libertadores, porém, marcou uma única vez. Aos 26 anos, já defendeu o River Plate e o Saint-Ettiene, da França.

Juan Román Riquelme (Boca Juniors) - Maestro e líder do Boca Juniors, o argentino, de 33 anos, é o principal articulador do meio de campo da equipe. Com habilidade e experiência, conduz bem a bola, cadenciando a partida. Os chutes e cobranças de faltas são armas infalíveis. Na vitória sobre o Zamora, na La Bombonera, ajudou a equipe a vencer por 2 a 0 com um dos gols da partida. Sempre incluído nas listas de transferências dos times brasileiros, Riquelme é uma boa opção para o meio. Além do Boca, já defendeu o Villareal e o Barcelona, ambos da Espanha.

header atacante (Foto: arte esporte)

 

Dorlan Pabón (Nacional-COL) – Seja jogando como meia de chegada à frente, seja atuando como atacante, Dorlan Pabón mantém uma característica: a capacidade de fazer gols. Ele é o artilheiro da Libertadores de 2012, com sete gols, e foi um dos alicerces do Atlético Nacional, clube que defende desde 2010, na boa campanha da primeira fase. O jogador colombiano alia velocidade, força e chute potente. E é jovem: 24 anos. Pode ser um grande achado para os clubes brasileiros. Tem passagens pela seleção de seu país.

Emanuel Herrera (Unión Española) – É argentino o principal destaque do Unión Española na Libertadores. Mas foi no Chile que Emanuel Herrera se encontrou. Depois de se destacar pelo Deportes Concepción, chegou no início do ano ao novo clube. E desandou a fazer gols. São oito no campeonato local e outros cinco na Libertadores. Com 25 anos, 1,82m e 84kg, o jogador vem chamando a atenção pelo oportunismo e pela versatilidade. Faz gols de cabeça e com os pés, em chutes fortes ou colocados.

Junior Fernandes (Universidad de Chile) – Um dos melhores nomes do Universidad de Chile na Libertadores tem apenas 23 anos. Junior Fernandes é uma boa aposta. É um jogador de área, bom de cabeceio, mas também ágil na movimentação. Boa parte de seus gols nasce de jogadas em profundidade, nos quais ele parte para cima da zaga – ou aposta corrida com ela. Um eventual interessado brasileiro deve ter a concorrência estrangeira. O Catania, da Itália, já observou o atleta.

Cvitanich - Fluminense x Boca Juniors (Foto: EFE)

Darío Cvitanich (Boca Juniors) – Não custa sonhar. Mas contratar um dos comandantes ofensivos do Boca Juniors está longe de ser simples. É uma questão que vai além da valorização natural que ele teve no clube xeneize. O que pega mesmo é que Darío Cvitanich, de 27 anos, pertence ao Ajax, da Holanda, e está emprestado ao Boca, que possui preferência de compra. Para alguém se intrometer na história, terá que oferecer muito dinheiro. O atacante, parceiro do “Tanque” Silva no ataque do gigante argentino, também tem nacionalidade croata. Um pequeno detalhe: jamais perdeu uma partida com a camisa do Boca. Ele não esteve em campo na vitória de 2 a 1 do Fluminense na Bombonera. Mas esteve no troco – fez um dos gols do triunfo de 2 a 0 no Engenhão.

Matias Alustiza gol Deportivo Quito (Foto: EFE)

 

Matías Alustiza (Deportivo Quito) – Matías Alustiza é mais um jogador que tenta a sorte continente afora depois de não brilhar como gostaria em seu país. Aos 27 anos, o jogador defende o Deportivo Quito, do Equador, e é um dos goleadores da Libertadores da América. Ele marcou quatro vezes em um único jogo, na goleada de 5 a 0 sobre o Chivas, na última terça-feira – antes, havia marcado outros dois no torneio. É um jogador rápido, de drible fácil e chute forte. Mas é baixo: tem 1,67m. Jogou também por Chacarita Juniors e Arsenal, da Argentina, e Albacete e Xerez, da Espanha.
 

 


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