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09/09/2011
10h41 | esportes - FUTEBOL
De fraquinhos a fortões: brasileiros se transformam após temporada na Europa

Do UOL Esporte 

Gerações do futebol brasileiro já foram "transformadas" pelo futebol europeu. A estratégia é comum aos maiores clubes do continente e tem gerado resultados: contratar promessas e fazer com que elas ganhem músculos rapidamente para aguentar as trombadas dos adversários. Kaká, Alexandre Pato e Philippe Coutinho são apenas três exemplos de atletas que sofreram grandes mudanças físicas.

Para conseguir brilhar no futebol do Velho Continente, Lucas, Neymar, Ganso, Oscar e cia. podem passar pelo mesmo processo. As estrelas de São Paulo, Santos e Internacional estão na mira dos gigantes da Europa. Com uma eventual transferência, a possibilidade de que eles entrem no rígido esquema de academia em seus novos clubes existe.

O médico Turíbio Leite de Barros explica que a ideia de que jogador tem que ser forte é um paradigma. Segundo o fisiologista, nem todos precisam passar pelo processo de fortalecimento muscular para melhorar o desempenho em campo.

"É necessário que se analise caso a caso. A ansiedade é grande para que um jovem jogador fique forte. Pode ser um erro iniciar um fortalecimento de forma antecipada", alerta Turíbio.

Com a experiência de quem já trabalhou com Raí, Juninho Paulista e Kaká, o médico elenca os problemas que um trabalho mal feito pode causar. "Os empresários geralmente pressionam para que um jogador fique pronto logo. A ansiedade ou o exagero podem prejudicar a agilidade, o crescimento e fazer com que lesões aconteçam com maior regularidade".

Uma intervenção na idade certa, no entanto, é capaz de deixar o jovem pronto para encarar o futebol profissional. "Quando o trabalho é bem feito, existe a preocupação com o momento certo do jogador e o respeito pelas características táticas de cada um. Nem todos precisam ficar fortes", complementa Turíbio, que cita o caso de Raí.

"A nossa preocupação era contrária. Ele era forte demais. Era necessário achar uma maneira para que seu físico não o atrapalhasse dentro de campo", exemplifica o médico.


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