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27/10/2010
15h46 | esportes - Argentina
Sucessores de Maradona

Do site Trivela 

Diego Maradona é o melhor jogador da história da Argentina. O seu nome entrou para a história do futebol como um dos maiores da história e, para alguns, o maior. Subsituir o camisa 10 não é fácil e ter que conviver com a responsabilidade de ser o sucessor do Pibe é um peso que muitos jovens promissores tiveram que conviver.

Como o ex-técnico da Argentina completa 49 anos no próximo sábado, a Trivela preparou um especial com dez jogadores que receberam (ou recebem) a esperança de ser um novo Maradona, mas não conseguiram (ou conseguirão) corresponder às expectativas criadas.

10 - Claudio Borghi

46 anos (1981-1999)

O atual técnico do Boca Juniors começou a carreira em 1981 no mesmo clube do camisa 10 mais famoso da albiceleste, o Argentinos Juniors. Considerado promessa, foi comparado com Diego Maradona.

Foi para a Copa do Mundo de 1986, vencida pela Argentina, mas não brilhou com a camisa albiceleste. Depois de brilhar no clube na final do Mundial interclubes contra a Juventus, foi vendido ao Milan em 1987.

A carreira no clube italiano nem chegou a começar, já que o jogador foi emprestado ao Como e na temporada seguinte dispensado, já que eram permitidos apenas três estrangeiros – Marco van Basten e Ruud Gullit ocupavam as duas primeiras e Frank Rijkaard foi contratado.

Voltou à América do Sul onde defendeu o River Plate (1988-1989), Flamengo (1989) e Independiente (1990), antes de rodar por outros clubes do continente e encerrar a carreira em 1999, no Santiago Wanderes, do Chile, sem ter conseguido voltar à seleção depois da Copa de 1986.

9 - Diego Latorre

41 anos (1987 – 2006)

Um dos primeiros a receber a alcunha de “novo Maradona”, o jogador surgiu no Boca Juniors, clube que consagrou o Díos. Foi destaque já no seu surgimento, em 1987, e foi um dos responsáveis pelo título argentino de 1991 do Boca Juniors.

Recebeu convocação para a seleção argentina em 1991 e fez parte do grupo que levou a Copa América.Transferiu-se para a Fiorentina com Gabriel Batistuta, mas ao contrário do compatriota, ao foi bem sucedido. Passou por Tenerife e Salamanca, sem muito sucesso, até voltar ao Boca Juniors em 1996.

Sem conseguir corresponder da forma como se esperava, Latorre passou por Cruz Azul, Chacarita Juniors, Rosario Central e rodou por clubes de divisões menores até encerrar a carreira em 2006.

Acabou com apenas seis jogos pela seleção Argentina e um gol marcado – justamente contra o Brasil.

8 - Marcelo Delgado

37 anos (desde 1990)

Atacante muito habilidoso e com ótimo poder de finalização, Delgado tornou-se rapidamente um dos mais promissores atacantes argentinos no início dos anos 1990. O jogador surgiu em 1990, no Rosario Central, passou pelo Cruz Azul e teve destaque novamente no Racing.

Seu auge foi no Boca Juniors que dominou a América do Sul, entre 2000 e 2003 e entre 2005 e 2006, quando o time venceu a Libertadores três vezes, o Mundial Interclubes, duas Recopas Sul-Americanas e uma Sul-Americana, além de dois Aperturas e um Clausura.

Recebeu sua primeira convocação para a seleção principal em 1995 e foi para as Olimpíadas de 1996, quando a Argentina ficou com a medalha de prata. Apesar do início promissor, o jogador não conseguiu manter-se em alto nível pela seleção argentina – sequer marcou um gol com a camisa albiceleste.

Sua carreira entrou em decadência em 2007, quando foi para o Belgrano, da segunda divisão. Foi em seguida para o Barcelona de Guayaquil, time tradicional, porém pouco expressivo no cenário internacional e com pouca força mesmo nacionalmente na década de 2000. Atualmente, defende o Defensores de Villa Cassini, de divisões inferiores da Argentina.

7 - Ariel Ortega

36 anos (desde 1991)

Surgiu como promessa nas categorias de base do River Plate e se profissionalizou em 1991. Ficou conhecido como um jogador que dá ritmo ao jogo, sua habilidade em cobrar faltas, mas especialmente pelos seus dribles rápidos. No seu auge, era um dos melhores dribladores do mundo. Também conseguiu notoriedade com seus chutes.

Depois de levar o River Plate à conquista da Libertadores de 1996, foi vendido ao Valencia, Passou também por Sampdoria e Parma antes de voltar ao River Plate, em 2000. Nesta passagem pelos Millonarios, conseguiu novamente chamar a atenção e voltou à Europa, desta vez para o Fenerbahçe. Uma temporada depois, já estava de volta à Argentina para defender o Newell’s Old Bols e finalmente voltar ao River Plate em 2006, sem emprestado ao Independiente Rivadavia em 2008 e voltar ao River em 2009, onde permanece até hoje.

Na seleção, era a principal aposta para assumir a camisa 10, depois da aposentadoria de Maradona. Foi o titular da albiceleste nas Copas de 1998 e2002, mas passou a ter problemas de alcoolismo que atrapalharam sua carreira. Chegou a ser afastado do River por conta disso e só não encerrou a carreira porque o clube foi muito paciente. Ainda é parte do elenco dos Millonarios atualmente.Por isso, El Burrito nunca conseguiu ter a carreira bem sucedida que se projetava para ele no seu início.

6 - Marcello Gallardo

34 anos (desde 1992)

El Muñeco surgiu no River Plate em 1992 e defendeu o clube até 1999. Baixinho, com visão de jogo, bom passe e habilidade, não demorou a ser comparado com Maradona, especialmente depois que assumiu o papel de protagonista do time com a saída de El Burrito Ortega.

Na Europa, atuou com destaque pelo Monaco, vencendo inclusive o título do Campeonato Francês e sendo protagonista. Foram duas boas temporadas até ir parar no banco na terceira e deixar a equipe para voltar ao River Plate. Foram mais três anos com o clube, ganhando um título, para voltar ao exterior, pelo Paris Saint-Germain. Passou uma temporada na capital francesa e foi para a Major League Soccer atuar pelo DC United.

Voltou ao River Plate em 2009, novamente sendo titular e capitão da equipe. Ficou até o meio de 2010, quando deixou o time que o revelou pela terceira vez para transferir-se para o Nacional, de Montevidéu, e assumir a camisa 10 da equipe.

Foi para a seleção em 1994 e fez parte do grupo que foi às Copas de 1998 e 2002, mas foi reserva em ambas. Não foi mais convocado depois de 2003. Nunca conseguiu se firmar nem como titular da seleção.

5 - Pablo Aimar

30 anos (desde 1997)

Mais um dos jogadores criados pela fábrica de camisas 10 do River Plate, Aimar tornou-se destaque dos Millonarios logo no seu início, entre 1997 e 1998, e chamou a atenção do Valencia. O jogador foi contratado por nada menos do que € 24 milhões em 2001, quando já tinha convocação para a seleção argentina no currículo.

Foi destaque dos Ches na campanha que levou a equipe ao título em 2001/02, além de chegar à final da Liga dos Campeões, quando perderam para o Bayern Munique. Porém, as lesões atrapalhavam o meio-campista, que perdeu espaço. Foi para o Zaragoza em 2006, participando da campanha do rebaixamento da equipe. Em 2008, foi para o Benfica, clube que defende atualmente e onde tem um papel importante, mas não é protagonista.

Pela seleção, nunca chegou a ter uma sequência como titular, embora esteja presente em diversos momentos da seleção albiceleste. Sua última passagem foi no final da campanha das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, convocado por Maradona, quando foi titular em dois jogos. Não foi chamado, porém, para integrar o grupo que foi à África do Sul.

4 - Andrés D’Alessandro

29 anos (desde 1998)

Atual jogador do Inter, conhecido como El Cabezón, D’Alessandro surgiu como mais uma promessa formada nas categorias de base do River Plate, time pelo qual se profissionalizou em 1998. Ficou no clube até 2003, formando parcerias de sucesso com Javier Saviola e Santiago Solari.

Depois do sucesso no River, foi vendido ao Wolfsburg. Defendeu o clube entre 2003 e 2007, com uma passagem relâmpago pela Premier League em 2006 para defender o Portsmouth, que lutava contra o rebaixamento. Foi emprestado ao Zaragoza por uma temporada em 2006 e vendido para o mesmo clube na temporada seguinte.

A essa altura, o promissor craque já era apenas um bom jogador, que não conseguiu o seu espaço na seleção argentina. Fez parte da Copa América de 2004 e foi parte do elenco que levou a medalha de ouro no mesmo ano, nas Olimpíadas de Atenas.

No Zaragoza, assinou contrato quatro anos, mas cumpriu apenas o primeiro, depois de uma péssima temporada. Voltou à Argentina para defender o San Lorenzo e logo em seguida foi para o Internacional.

Sem conseguir se firmar na seleção argentina, sua presença foi irregular e só voltou à seleção nacional depois da Copa do Mundo da África do Sul em 2010, com o técnico interino Sergio Batista. D’Alessandro, porém, não correspondeu à expectativa criada sobre ele.

3 - Leandro Romagnoli

29 anos (desde 1998)

Da escola de camisas 10 argentinos, Leandro Romagnoli surgiu como um promissor meia ofensivo em 1998, jogando pelo San Lorenzo,ainda com 17 anos. Na sua segunda temporada profissional, tornou-se titular e ganhou, pouco a pouco, espaço como jogador revelação.

Fez parte do elenco argentino que venceu o Mundial Sub-20 de 2001, na Argentina, quando foi o camisa 10 da equipe. Seria o seu maior sucesso com a camisa albiceleste. Depois disso, foi convocado apenas uma única vez, em 2003, por Marcelo Bielsa. Jogou 12 minutos, vindo do banco de reservas, e não teve mais chances.

Depois de Sair do San Lorenzo, defendeu o Veracruz, do México, antes de sua primeira e- e única – passagem pelo futebol europeu, no Sporting. O jogador, fisicamente frágil, teve dificuldades, mas conseguiu um bom final de temporada em 2006/07. Porém, voltou a perder espaço no time em 2009 e voltou ao clube que o lançou, o San Lorenzo, que defende desde o meio de 2009.

2 - Javier Saviola

28 anos (desde 1998)

Fruto das categorias de base do River Plate, Saviola segue o padrão de jogadores argentinos talentosos: baixinho, rápido e habilidoso. O jogador se notabilizou também por ser um bom finalizador. Com o apelido de El Conejo (O Coelho), Saviola estreou pelo time principal do River aos 16 anos, em 1998, e marcou muitos gols pelo clube – foram 44 em 86 jogos.

Foi vendido ao Barcelona em 2001, onde foi reserva na maior parte do tempo. Era considerado uma promessa e por isso mantido pelo clube, apesar do desempenho não agradar. Foi emprestado ao Monaco, em 2004, e ao Sevilla, em 2005, antes de voltar ao clube catalão. Sem convencer, deixou o clube após o final do contrato.

Foi para o rival Real Madrid, onde também foi reserva o tempo todo nos quase dois anos que esteve nos merengues. Em 2009, deixou Madri para ir para o Benfica, onde tornou-se novamente um destaque da equipe que venceu o Campeonato Português.

Foi campeões mundial sub-20, em 2001, e fez 40 jogos pela seleção argentinacom momentos de altos e baixas. Jogou as Olimpíadas de 2004, quando a Argentina venceu a medalha de ouro, mas ainda não conseguia ter muitas chances. Foi com José Pekerman,q eu substituiu Marcelo Bielsa, que o jogador teve sua melhor fase e foi à Copa do Mundo de 2006 como titular.

Em 5 de dezembro de 2009, Saviola se aposentou do futebol internacional, antes mesmo de completar 28 anos de idade. O jogador afirmou que sua carreira na seleção estava terminada e que queria se concentrar no clube. Perto da promessa de craque que foi em 2001, Saviola tornou-se um fracasso nos grandes espanhóis e não conseguiu o brilho que se esperava pela seleção principal da Argentina.

1 - Lionel Messi

23 anos (desde 2004)

O mais bem sucedido jogador argentino atualmente, Lionel Messi teve uma trajetória diferente de todos os seus antecessores. Dentro os herdeiros de Maradona, é o único que conseguiu ter sucesso internacional. O seu problema é, justamente, a seleção argentina. É, dentre os listados, o que tem a carreira mais bem sucedida.

Messi jogou pelas categorias de base do Newell’s Old Boys, mas deixou a Argentina com 13 anos para jogar pelo Barcelona. Segue a escola de camisas 10 argentinos: baixinho, habilidoso, grande visão de jogo e boa capacidade de finalização.

Nas categorias de base do Barcelona, destacou-se até chegar, em 2004, aos 17 anos, ao time profissional. De garoto prodígio nas duas primeiras temporadas, passou a ser um dos protagonistas do time, formando uma linha de ataque imponente com Ronaldinho e Eto’o. Com a saída do brasileiro, passou a ser o maior protagonista dos catalães e tornou-se o camisa 10.

Com ele, o Barcelona mantém-se como um dos times que exerce o melhor futebol do mundo, com o Pulga, apelido do craque, como símbolo maior desse futebol bonito. Foi eleito o melhor do mundo em 2009 pelas suas atuações no clube, que levaram o Barcelona a títulos da Liga dos Campeões e do Campeonato Espanhol.

O questionamento sobre Messi é o seu desempenho na seleção Argentina. Foi campeão mundial sub-20 e das Olimpíadas de 2008 pela albiceleste, os dois títulos que venceu com a camisa do seu país.

Apesar de consagrado no futebol europeu, o jogador não conseguiu quebrar o jejum de títulos da Argentina, que não vence um título da categoria principal desde a Copa América de 1991. Estreou na Copa do Mundo de 2006, ainda como reserva. Na Copa América de 2007, como titular, ajudou a Argentina fazer grande campanha, mas perdeu do Brasil na final. Na Copa de 2010, chegou como melhor do mundo, teve boas atuações, mas não conseguiu marcar gols e a Argentina acabou eliminada nas quartas de final pela Alemanha.


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