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07/06/2011
11h17 | esportes - SALGUEIRO
SALGUEIRO: Clebson: o papai de primeira viagem
Clique e confira!
Quando o meia Clebson acertou a gaveta do goleiro do Duque de Caxias/RJ, Fernando, aos 39 minutos do segundo tempo, ele teve a certeza: “Nada podia ser melhor”. Era o seu primeiro gol em uma competição nacional, logo na partida de estreia. No entanto, dois dias depois do jogo, um telefonema mudou - e como - a opinião do meia. “Estava pensando na reapresentação, com o elenco, quando minha mãe ligou e disse que meu filho havia nascido. Foi melhor que um gol”, disse o jogador, de 25 anos, agora pai do pequeno Pietro.

“Não pensei duas vezes e pedi para a diretoria me liberar para Caruaru, onde está a minha esposa. A emoção foi muito grande. Ele é o meu primeiro filho”, contou o jogador, um dos heróis sertanejos responsáveis pela campanha do acesso da equipe à Série B. “O ruim é que não pude dedicar o gol que fiz, no jogo passado, a ele. Agora, me sinto obrigado a marcar mais uma vez. Já estou em débito com o meu filho”, brincou Clebson.

Enquanto o jogador curtiu o dia de papai, o restante do elenco carcará fez uma movimentação leve na praia do Janga, em Paulista. E antes que a posição no G4, conquistada com a recente vitória, suba à cabeça dos jogadores, a palavra de ordem adotada pelo elenco foi “humildade”. 

Segundo o zagueiro Alemão, tudo o que está acontecendo para o Salgueiro se deve ao trabalho desempenhado pela equipe no dia a dia de treinamentos. “Sabemos nossas con­dições e até onde podemos chegar. A confiança é to­tal, pois trabalhamos para isso. Mesmo assim, sabemos que muita coisa vai mudar ainda na Série B. Temos de continuar com os pés no chão, para nada desandar”, falou o defensor. “Agora é a hora de fazermos nossa gordurinha”, completou.

Para a construção dessa tal “gordurinha”, um fator - até então considerado rival - passa a se tornar aliado do elenco do Salgueiro: o Estádio Ademir Cunha, em Paulista. “O grama­do continua não nos ajudando. Mas treinamos todos os dias nele, o que faz a gente se habituar às dificuldades. Já nossos adversários não conseguem jogar”, afirmou o xerifão do Salgueiro. “Os torcedores po­dem ter certeza: dentro de casa vai ser muito difícil nos bater”, finalizou.
 
Da Folha de Pernambuco 

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