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28/04/2015
16h27 | esportes - PE 2015
Campeonato Pernambucano pode conhecer o campeão de pior aproveitamento da história
Há duas formas antagônicas de se enxergar o futebol. Uma é com a frieza dos números. A outra, com o calor da subjetividade. Ambas se aplicam a final inédita do Campeonato Pernambucano entre Salgueiro e Santa Cruz. Do ângulo matemático, o Estadual pode conhecer o seu pior campeão, em termos de aproveitamento, em 101 edições. Pelo lado emocional, teremos a história sendo escrita pelo primeiro título do interior ou com a melhor sequência de conquistas corais desde o pentacampeonato entre 1969 e 1973. De uma forma ou de outra, ambas as visões serão verdadeiras. 

Primeiro, o lado menos festivo dessa decisão. Classificados para as semifinais na 3ª e 4ª colocações no hexagonal do segundo turno, Santa Cruz e Salgueiro fazem campanhas longe da perfeição. Tanto que, em caso de título, além de ser o primeiro campeão do interior, o Salgueiro também entrará para a história como o clube de pior campanha a levantar a taça. 

O Carcará chega a sua primeira final com apenas 41,6% de aproveitamento, com cinco derrotas, três empates e quatro vitórias.Todas porém sobre os grandes (duas sobre o próprio Santa, uma diante do Náutico e outra frente o Sport, nas semifinais). Percentual tão baixo que, mesmo que levante o título com duas vitórias diante do Santa, o Salgueiro chegará a um rendimento de apenas 50%, muito abaixo do pior campeão da história.

Em 1986, o Santa faturou o campeonato (no caso, bi) obtendo apenas 58,6% dos pontos disputados. O aproveitamento do Salgueiro, em caso de título ainda pode ser pior, variando entre 45,2% (caso some quatro pontos na final), 42,8% (uma vitória e uma derrota) ou 40,4% (caso empate os dois jogos e levante a taça nos pênaltis). Os dois últimos cenários também deixariam o Salgueiro como o único campeão da história com mais derrotas que vitórias. Em contrapartida, o título também ficaria marcado por ter sido obtido em cima dos grandes, eliminando o Náutico na fase classificatória, o Sport nas semifinais e o Santa, na decisão.  

Do lado do Santa, o título ficará lembrado pela confirmação da hegemonia coral na década, mas também pela irregularidade da campanha. Dono de um aproveitamento de 55,5%, os tricolores só não entrarão para a história com a pior campanha de um campeão em caso de duas vitórias nas finais. Do contrário, assumirão o topo do ranking das piores campanhas que resultaram em título com um rendimento oscilando entre 57,1% e 52,4%.

 Fonte: Super Esportes.

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