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08/11/2014
08h19 | esportes - SÉRIE B
SÉRIE B > Náutico e Santa Cruz empatam na Arena Pernambuco: 0x0
Tricolor perdeu chance de entrar no G4 da Série B
Um clássico digno de sua nomenclatura. Emocionante. De muitas emoções. O Santa Cruz buscava entrar no G4 da Série B. O tão sonhado G4 de acesso à primeira divisão nacional. O Náutico jogava pela honra e também para garantir logo a permanência matemática na segundona. O que se viu foi um jogo movimentado, com os dois times criando oportunidades de gols. Júlio César e Tiago Cardoso, contudo, mantiveram o zero no placar. Um resultado amargo para alvirrubros e tricolores. Mais para o Santa Cruz, que fica fora do G4? Talvez. Mas, injusto a um jogo que fez jus ao Clássico das Emoções.

Um primeiro tempo paradoxal. O Náutico jogava, teoricamente, em casa. Afinal, além do mando de campo, a Arena Pernambuco é, por força de contrato, o estádio alvirrubro pelos próximos 30 anos. Mas, nas arquibacandas, era a torcida do Santa Cruz que se mostrava mais vibrante. Natural, diante da possibilidade de seu clube entrar hoje no G4 da Série B. Bastando, para tal, uma vitória.

Entretanto, se era de se esperar um tricolor mais incisivo, buscando abafar o alvirrubro para abrir o placar e construir o resultado da vitória que escapou no sábado passado, diante do América-RN, o que se viu foi o contrário. Até os 30 minutos da etapa inicial, foi do Náutico o controle das ações. Ao escalar o Timbu com dois meias - Vinícius e Cañete -, Dado Cavalcanti pretendia ganhar terreno no meio-campo. E logrou êxito, pelo menos, inicialmente.

Enquanto, nas arquibancadas, a torcida coral era mais entusiasmada e entusiasmante, dentro de campo a apatia da torcida alvirrubra parecia contagiar o time do Santa Cruz. A equipe do Náutico, por sua vez, demonstrava mais vontade e chegava com maior frequência à área do gol defendido por Tiago Costa. O Timbu criou três lances claros de gol. Em um deles, logo aos dois minutos, Marinho esbarrou no paredão tricolor. Em outros dois, a mesma jogada ensaiada em bola parada por pouco não resultava na abertura do placar.

No último quarto da etapa inicial, entretanto, a partida mudou completamente de figura. O Santa Cruz, gradativamente, foi crescendo em campo e, aos poucos, acuando o Náutico em seu campo defensivo. Para isso, os corais contavam, principalmente, com o meia Wescley. 

Em duas oportunidades, o armador tricolor esteve perto de marcar um golaço. Em ambas, levou a bola com muita habilidade, fazendo fila na defesa alvirrubra. Na primeira, bateu mal na bola. Na segunda, parou em Júlio César que se agigantou à sua frente e impediu a abertura do placar. O zero que insistia em imperar no placar ao intervalo não refletia a movimentação que se viu no gramado da Arena Pernambuco.

Quase uma cópia
O intervalo só fez bem ao Náutico. Pôs fim à pressão do Santa Cruz nos minutos finais do primeiro tempo e, aparentemente, o descanso ainda fez mal ao tricolor, que voltou dos vestiários arrefecido, sem aquele ímpeto ofensivo angustiante. O reinício do jogo, por sinal, parecia uma cópia do começo da partida.

O Timbu foi para cima. Sem reação, o Santa Cruz via o Náutico criar vários lances de perigo. Porém, a competência que a equipe alvirrubra demonstrava na criação ofensiva, faltava no momento crucial: a finalização. Porém, verdade seja dita, Tiago Cardoso - em que pese ter cometido uma falha clamorosa aos seis minutos da etapa complementar - foi monstruoso salvando a retaguarda coral.

Assim como no primeiro tempo, somente nos 15 minutos finais da partida é que o time coral começou a sair mais para o jogo e buscar mais o ataque. Foi, então, a vez Júlio César voltar a entrar em ação e segurar o empate que permaneceu até o apito final.

Ficha técnica

Náutico 0
Júlio César; Neilson (Daivid), Luiz Alberto, Renato Chaves e Gastón Filguera; João Ananias, Paulinho (Elicarlos), Cañete (Sassá) e Vinícius; Crislan e Marinho. Técnico: Dado Cavalcanti.

Santa Cruz 0
Tiago Cardoso; Bileu, Alemão, Renan Fonseca e Tiago Costa; Sandro Manoel (Memo), Danilo Pires, Natan (Aílton) e Wescley; Léo Gamalho (Cassiano) e Keno. Técnico: Oliveira Canindé.

Local: Arena Pernambuco (São Lourenço da Mata-PE). Árbitro: Mariélson Alves Silva (BA) - Fifa. Assistentes:Alessandro Rocha de Matos (BA-Fifa) e Luiz Carlos Silva Teixeira (BA). Gols: - . Cartões amarelos: Neílson, Cañete, Vinícius (Náutico); Sandro Manoel, Alemão, Léo Gamalho, Tiago Costa, Memo (Santa Cruz). Cartão vermelho: Renato Chaves (Náutico). Público: 10.947. Renda: R$ 273.835,00
 
Do Super Esportes 

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