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05/11/2014
09h47 | esportes - Futebol PE
FUTEBOL PE > Clássico entre Náutico e Santa Cruz tem duelo particular pela artilharia na Arena PE
CLIQUE E CONFIRA.
MATÉRIA DO SUPER ESPORTES/DIARIO DE PERNAMBUCO 
 
Um duelo paralelo entre os atacantes de Náutico e Santa Cruz se desenha antes do Clássico das Emoções. Artilheiros dos seus respectivos clubes na Série B, Sassá e Léo Gamalho travam um confronto particular para atingir o posto de maior goleador da recente história da Arena Pernambuco, inaugurada no ano passado e palco do próximo encontro. Lá, ambos balançaram as redes seis vezes. Estão empatados com o ex-alvirrubro Maikon Leite, hoje no futebol do México. Uma ultrapassagem pode não ser definitiva. Pode não coincidir com uma vitória. Mas dá um molho a mais para o já importante confronto de sábado.

Esta vai ser a última chance da temporada para Gamalho conseguir passar os rivais da disputa e tentar se manter isolado na liderança. Isso porque o time tricolor vai encerrar a sequência de sete partidas firmadas pela diretoria do Santa com o consórcio da Arena para 2014. Por outro lado, o clássico não é o fim da linha para Sassá na busca deste objetivo pessoal. O jogador timbu poderá atuar mais duas vezes em São Lourenço da Mata neste ano. Contra Luverdense e Ponte Preta, na 35ª e na última rodada da Segundona.

Estímulo
Informado sobre este cenário, Sassá admitiu que a partir de agora, ele terá um estímulo extra no clássico. “Eu nem estava sabendo dessa situação da artilharia, mas sem dúvida, vira uma motivação a mais. Vou me esforçar bastante para ganhar esta briga com Léo Gamalho”, provocou, em tom de brincadeira. “Isso é fruto de um trabalho bem feito. Um trabalho coletivo. Se não fossem os meus colegas, eu não conseguiria esta marca”, acrescentou o jogador, que entrou em campo dez vezes na Arena, levando à média de 0,6 por partida.

Léo Gamalho também tem os seus trunfos. Para o lado do camisa 9 do Santa Cruz, pesa o fato de ele ter uma média de gols (um por jogo) maior que a de Sassá na Arena. Apesar, inclusive, de ele ter atuado quatro vezes a menos no estádio que o concorrente alvirrubro. Passou em branco na rodada passada, na derrota por 1 a 0 para o América-RN. Prefere não projetar gols. E, bem diferente de Sassá, o coral prefere ser mais comedido ao falar da disputa. “Não coloco peso em cima de mim. Lógico que fico feliz por estar marcando. Mas nunca pensei em ser o goleador da Arena. As coisas acabam acontecendo justamente por não ter esse foco”, destacou.

 

 

Diario de Pernambuco
 
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