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23/09/2014
16h00 | esportes - FUTEBOL PE
FUTEBOL PE -> Natan, Marinho e Régis: talento e lesões de sobra no Náutico, Sport e Santa Cruz
CLIQUE E CONFIRA.

 

 

Edvaldo Rodrigues e Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Natan, Marinho e Régis. Em níveis técnicos diferentes, cada um tem importância singular para suas equipes. Jogadores habilidosos e com capacidade de turbinar o setor de criação de Santa Cruz, Náutico e Sport, respectivamente. Conclusão que foi tirada em momentos raros. Afinal, na mesma medida em que já mostraram talento com a bola, o trio frequenta o departamento médico dos clubes em números acima do normal. Nesta rodada, eles voltam a se ausentar por causa de problemas musculares.

A dor de Régis
Dos três, quem menos esteve em campo pelo time foi Régis. Mas sobre ele recai uma expectativa gigante dos rubro-negros. Contratado por cerca de R$ 2,5 milhões junto a Chapecoense e com um contrato de quatro anos, o meia demorou a estrear pelo Sport para justamente entrar em forma e se recuperar de uma lesão na coxa esquerda antes mesmo de vestir a camisa rubro-negra. 

Ele foi apresentado pelo clube no dia 7 de julho. Só apareceu em campo um mês e 15 dias depois. Diante do Atlético-PR, logo fez um gol e ajudou no empate em 1 a 1. Mas, na partida seguinte, veio o tormento. Diante do Palmeiras, na Arena Pernambuco, o meia voltou a sentir uma lesão muscular na coxa esquerda. Roteiro de um filme que o jogador também escreveu antes de atingir o sucesso na Chapecoense. Em abril, ele voltou de contusão para terminar o Campeonato Catarinense como artilheiro da competição, marcando oito gols.

Régis ainda tenta retornar ao time. Por sinal, já teve a volta aos treinos protelada duas vezes desde que se machucou na 16ª rodada. Nessa segunda-feira, quando estava programada a saída do departamento médico, voltou a se queixar de dores e só deve começar a aprimorar a parte física nesta quinta-feira. ““Régis clinicamente está bem melhor, mas a transição dele só deverá acontecer na próxima quinta-feira. Estava dependendo de uma ressonância, que detectou ainda um pequeno edema. O jogador ainda tem queixa e resolvemos adiar o retorno para a quinta-feira”, explicou o médico Amilton Crócia.

O tratamento especial para Marinho
Marinho também vive caso semelhante. As dores na coxa convivem com o atleta desde que ao chegou ao Náutico. Tanto que, durante a Copa do Mundo, o jogador passou a cumprir um programa especial de treinamento. Já com Dado Cavalcanti no comando, os cuidados foram intensificados diante da maratona da Série B e ele passou a ser poupado de alguns jogos.

Até que voltou contra o Joinville, no último dia 16 de setembro, e, nos dias seguintes, voltou a ser atormentado pelas dores musculares. “A gente tinha feito uma programação especial para Marinho durante o período da Copa. Fizemos exame em São Paulo com ele e tudo. Mas ficou difícil de manter a programação dele e ele voltou a sentir o desconforto da coxa”, declarou o médico do Náutico, Henrique Menezes.

Diante do cenário repetitivo de lesões, Marinho ainda não tem data de retorno certa. “Fizemos um exame de imagem que não constatou lesão, mas estamos tratando como se fosse uma lesão. O que importa é a parte clinica”, disse o especialista. “As lesões de Marinho são recorrentes porque ele tem desequilíbrio muscular. Esse desequilíbrio é tratado com trabalhos na academia. Existem jogadores que precisam ter uma programação diferente. A gente tinha Araújo (que jogou no time em 2012) que jogava um jogo e ficava dois dias sem treinar. Marinho também é diferente”, acrescentou.

 

 

 

 

O vai e volta de Natan
Natan é o que carrega o currículo mais extenso de lesões. O jogador é sempre visto como a esperança do time quando está em campo, mas, ao mesmo tempo, carrega uma eterna desconfiança sobre a sua condição física. O meia esteve em campo, desde 2010, em 83 jogos dos 250 que o Santa Cruz disputou - já contando com partida desta terça-feira contra o Oeste, no Arruda.

A relação corresponde a 33,2% das partidas do clube coral. O jogador já se habituou a tentar explicar o que acontece com seu corpo e admitiu alguns problemas rotineiros. “Eu não tomava café da manhã quando acordava. Agora, não tenho faltado nenhuma refeição. Estou sempre dentro do peso. Antes, jogava bem abaixo. Mas sei que ainda não estou dormindo no horário ideal. Confesso que dá para dormir mais cedo. Eu dormia 3h da manhã para acordar de 6h. Hoje, durmo entre meia-noite e 1h. É tarde ainda. Fico à assistindo filme, na internet, falando no telefone...”, já disse.

Excetuando a parte do comportamento, Natan é visto como um jogador que tem uma condição física diferente dos demais na parte física. “A única diferença de Natan é que ele é um jogador que sente um cansaço maior. Ele fez dois jogos completos e agora sentiu cansaço muscular. Cada atleta é diferente. Tem jogadores assim em todos os clubes, como no Barcelona, no Real Madrid.. Isso é uma questão de rotina. Infelizmente ele não é igual aos outros. A musculatura dele é diferente”, disse o médico do Santa Cruz, Wilton Bezerra.

O especialista coral diz que, por isso, ele precisa ter uma carga diferenciada de treinos. “Como ele tem um desgaste maior, ele é poupado pra evitar uma nova lesão. Não tem um tratamento especial. É poupado, descansa e faz exercícios para fortalecer a musculatura. Ele tem que reforçar a musculatura e está sempre fazendo exercícios para reforçar”, afirmou.

Do Super Esportes 


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