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17/07/2012
08h29 | esportes - FUTEBOL PERNAMBUCANO
SÉRIE A: Sport e Náutico como uma gangorra
Ainda tentando se distanciar do Z4, alvirrubros e rubro-negros fazem uma acirrada disputa na competição
É impressionante o equilíbrio entre Sport e Náutico nas últimas edições de Campeonatos Brasileiros – seja na Primeira ou Segunda Divisão. Desde 2006, alvirrubros e rubro-negros conseguem acesso e sofrem o rebaixamento sempre de mãos dadas. As colocações se alternam, mas os rivais nunca se distanciam na tabela. Pelo contrário. Dois, três pontos (como em 2007 e 2011) e até o saldo de gols (2006) têm definido exatamente uma posição à frente para Leão ou Timbu. Na atual Série A não tem sido diferente. Há quatro rodadas, a dupla se reveza um à frente do outro, ponto a ponto, em uma disputa que pode ser chamada de “particular” e, sobretudo, de “surpreendente”.

O adjetivo “surpreendente” é facilmente explicável quando o torcedor busca pela memória o passado recente dos clubes. E sem precisar ir muito longe mesmo. Nas semanas que antecediam o Brasileirão, o Sport dependia da criticada dupla Jheimy e Jael para fazer gols. O Náutico de Dorielton, Henrique, Siloé, Rodrigo Tiuí… Os exemplos iam mais além. Porém, apenas esses são suficientes para relembrar o futebol digno de Série B apresentado pela dupla. Uma carta de apresentação desanimadora para encarar uma Série A.

A dispensa de quase um time inteiro de atletas na Ilha do Retiro e nos Aflitos, a chegada de reforços de qualidade como Araújo, Kieza e Martinez pelo Timbu e Henrique, Felipe Azevedo e Gilberto – além do técnico Vágner Mancini – pelo Leão, mudaram o panorama dos dois elencos. Mais: elevou na tabela a briga por posições intermediárias, o que era impensável até pouco tempo atrás. O próprio vice-presidente do Timbu, Toninho Monteiro, deu declarações afirmando que a briga alvirrubra era contra o rebaixamento. Na sua chegada ao Sport, Mancini seguiu o mesmo caminho. Se a intenção era tirar a pressão, deu certo.

Atualmente, os pernambucanos estão na zona de classificação à Copa Sul-Americana. Somente na terceira rodada, o Timbu figurou rapidamente na zona de rebaixamento. O mesmo Náutico, todavia, foi o que alcançou a melhor posição na briga particular com o Leão, chegando à décima posição. No chamado “campeonato à parte” disputado por oito clubes (excluindo as forças do Rio, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul) contra equipes intermediárias do futebol nacional, Sport e Náutico só não estão à frente da Ponte Preta (15 pontos). As demais (Atlético-GO, Bahia, Coritiba, Figueirense e Portuguesa) seguem abaixo dos pernambucanos.
 
Do Super Esportes 

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