Página inicial
 
Mural de recados
23.06 | Danilo
http://sportv.globo.com/site/programas/ta-na-area/noticia/2017/06/empresario-ilu ...
23.06 | Duda
Eu acredito!!! Vamos meu Central, vamos sair dessa série D. Lícius tem feito o p ...
23.06 | MARCOS LEITE
CENTRALZÃO EM BUSCA DA CLASSIFICAÇÃO E A TORCIDA CHEGANDO DE MONTÃO NO LACERDÃO, ...
 
[Enviar] [Listar]
Esportes
Vídeos
CENTRAL de CARUARU
Clube Atlético do Porto
Sport Club do Recife
Santa Cruz Futebol Clube
Clube Náutico Capibaribe
Salgueiro Atlético Clube
Futebol Pernambucano
Futebol Nacional
Futebol Internacional
Opinião
Giros
Enquete
Não existe enquete no momento!
 
Publicidade
 
 
08/07/2012
18h27 | esportes - SÉRIE C
SÉRIE C: Salgueiro e Santa Cruz ficam no empate por 2x2
CLIQUE e CONFIRA!!!
O primeiro duelo entre times pernambucanos na Série C terminou igual. Salgueiro e Santa Cruz ficaram no 2x2 na tarde deste domingo (8), no Cornélio de Barros pela segunda rodada. O resultado fez justiça ao que os dois times apresentaram em cada etapa. O Carcará foi melhor no primeiro tempo e abriu 2x0. Os corais melhoraram no segundo, quando marcaram seus dois gols. O time do Sertão chega a quatro pontos e os bicampeões pernambucanos ficam com dois.

O jogo começou tão quente que aos 28 segundos, Clébson deu uma rasteira em Diogo e tomou cartão amarelo. O Santa tentou dar um susto no Carcará, mas o time sertanejo já está calejado em enfrentar os grandes clubes do futebol pernambucano. E não apenas não se intimidou como fez as honras da casa. 

Aos cinco minutos, Chicão fez falta em Clébson. Os dois trocaram empurrões e levaram uma dura do árbitro Emerson Sobral. Poderiam até ter sido advertidos com amarelo, o que significaria a expulsão do jogador de branco. Mas ficou no puxão de orelha. Melhor para o Salgueiro. Peri levantou a bola na área, Vanerlei passou na frente do goleiro Diego Lima. Ele ficou sem ação e viu a bola parar em suas redes. Antes disso, Vanderlei cabeceou para fora, com perigo.

O gol desmantelou o sistema defensivo do Santa Cruz. Como a marcação no meio de campo estava forte, o Salgueiro optou por lançamentos longs. Os zagueiros corais não acompanhavam a movimentação dos adversários e aos oito minutos, Diego Lima teve que abandonar a área e cortar de cabeça. Clébson pegou o rebote mas mandou por cima. Um minuto depois foi a vez de Edmar desperdiçar, ao chutar para fora.

Para completar, Victor Hugo e Weslley não conseguiam trabalhar a bola. Resultado: erros de passes em demasia. O tricolor só conseguia chegar na bola parada, o que era muito pouco para quem tem pretensões tão elevadas no jogo e na competição. Muito disso pela apatia de Victor Hugo. Sem mobilidade, o meia não deu opção de jogo e os corais ficaram muito dependentes de Weslley.

E foi com o camisa 8 que o time da capital criou sua primeira grande chance. Ele rolou para Dênis Marques. O artilheiro chutou para grande defesa de Diego Lima, aos 27. A resposta do Salgueiro foi quase imediata e novamente contando com a crônica dificuldade do Santa na bola alta. Peri cruzou e Édson Borges salvou quase em cima da linha. Quando não havia zagueiro, havia a trave. Aos 37, Marcos Tamandaré tabelou com Clébson e acertou a trave tricolor.

As últimas tentativas do Santa foram com Dênis Marques. E em ambas, Luciano levou vantagem. A última bola foi do Salgueiro. E foi fatal. Clébson bateu falta pelo lado esquerdo que ele mesmo sofreu e a bola desviou na cabeça de Édson Borges antes de entrar.

As deficiências fizeram o técnico tricolor mudar duplamente na volta para o segundo tempo. Victor Hugo e Flávio Recife saíram para entradas de Luciano Henrique e Paulista. Apesar das alterações, o time continuou preso, sem mobilidade e jogando pouco pelos lados, principalmente o lado direito.

Ainda assim, o Santa beneficiou-se pelo recuo excessivo do Carcará. E foi por conta desse recuo que Luciano Henrique conseguiu diminuir o placar aos 14 minutos. Ele ganhou terreno, avançou e acertou um belo chute, no canto direito de Luciano.

Apesar de ver sua vantagem diminuída, o Salgueiro não mudou sua postura. Com os volantes recuados quase na linha dos zagueiros, o meio de campo sertanejo ficou descompactado, principalmente na hora da transição defesa-ataque. Com isso, o time da casa pouco molestava o goleiro Diego Lima. Por isso, o técnico Neco tirou o apagado Vanderlei para entrada de Júnior Ferrim.

Por falar em apagado, Zé Teodoro só tomou a decisão de tirar Diogo aos 26 minutos para entrada de Jefferson Maranhão. Como não havia um jogador da posição, Weslley foi deslocado para o lado direito. Coincidência ou não, logo em seguida o Santa empatou. Aos 28 minutos, Dênis Marques dominou fora da área e mandou o chute. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.

Somente depois de tomar o empate é que o Salgueiro tomou a iniciativa. E logo na primeira investida, Clébson desperdiçou uma ótima chance aos 32 minutos. Ele entrou na área com apenas um marcador à frente. Porém, enrolou-se com a bola na hora da pedalada e perdeu o domínio. O jogo ficou mais aberto mas sem que os atacantes conseguissem superar os defensores. Os donos da casa ensaiaram uma pressão que os visitantes souberam suportar.

Ficha do jogo:

Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Alemão, Luiz Eduardo e Pery; Josa, Pio, Victor Caicó (Rodolfo Potiguar) e Clébson (Kássio); Edmar e Vanderlei (Júnior Ferrim). Técnico: Neco.

Santa Cruz: Diego Lima; Diogo (Jefferson Maranhão), Édson Borges, William Alves e Renatinho; Memo, Chicão, Weslley e Victor Hugo (Luciano Henrique); Dênis Marques e Flávio Recife (Paulista). Técnico: Zé Teodoro.

Competição: Série C do Campeonato Brasileiro. Local: Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Jossemar Diniz e Roberto José. Gols: Édson Borges (contra), aos cinco; e Clébson, aos 44 do primeiro tempo. Luciano Henrique, aos 14; Dênis Marques, aos 28. Cartões amarelos: Luciano, Clébson, Alemão, Weslley, Memo e Flávio Recife. Público: 8.952. Renda: R$ 98.365.
.
 
 
 
eXTReMe Tracker