Página inicial
 
Mural de recados
25.06 | Kaio SGD
Tás assistindo os jogo. Dizer q ele jogou até agora pelo amor de Deus ...
25.06 | Adalgisio
Kaio SDG ou você não assistiu nenhum jogo ou não entende de futebol pra dizer qu ...
24.06 |
Soube que a procura de ingressos foi fraca... Que torcida fraca essa do central ...
 
[Enviar] [Listar]
Esportes
Vídeos
CENTRAL de CARUARU
Clube Atlético do Porto
Sport Club do Recife
Santa Cruz Futebol Clube
Clube Náutico Capibaribe
Salgueiro Atlético Clube
Futebol Pernambucano
Futebol Nacional
Futebol Internacional
Opinião
Giros
Enquete
Não existe enquete no momento!
 
Publicidade
 
 
24/10/2011
18h05 | esportes - NÁUTICO x SPORT
NÁUTICO x SPORT: Último Clássico dos Clássicos do ano é sempre momento de grandes emoções
Clique e Confira!!!

Da Redação Giro dos Esportes, do Blog do Torcedor 


Já são cinco anos que Sport e Náutico fazem o último clássico pernambucano da temporada. A dupla iniciou essa tradição em 2006, quando ambos estavam na Série B e a competição foi disputada pela primeira vez no atual modelo de pontos corridos. Curiosamente, este último Clássico dos Clássicos sempre é disputado na reta final dos campeonatos - seja primeira ou segunda divisão -, o que dá ao confronto já renhido por natureza, um caráter ainda mais decisivo.

O primeiro capítulo da saga começou no dia 21 de outubro de 2006, pela 31ª rodada, na Ilha do Retiro. E a situação era boa para os dois times. Na época, ambos estavam no G4. O Náutico vinha de um empate com o Paulista em casa (3x3) e uma derrota para o América-RN (3x1) fora.

Esses dois jogos custaram a perda da vice-liderança justamente para o secular rival. O Sport empatou com o CRB fora e venceu o Vila Nova na Ilha. Chegou ao segundo lugar com 51 pontos deixando os alvirrubros logo em seguida, com 49. A torcida, e parte da diretoria, passaram a ver com desconfiança o técnico Paulo Campos, que diga-se de passagem já não era uma unanimidade por conta dos resultados do time fora de casa.


Pouco mais de uma hora antes do apito inicial vazava a notícia de que se o Náutico perdesse, o comandante estava fora. Em campo, o Sport jogou de forma mais consistente e venceu por 2x0, com Fumagalli anotando os dois gols. Promessa cumprida. Paulo Campos recebeu o bilhete azul para tristeza dos jogadores. Foi o jogo de número 500 entre os dois clubes.

Uma demissão que se mostraria injusta, pois o novo comandante, Hélio dos Anjos, pouco mexeu na equipe, que, diga-se de passagem, já estava com a classificação bem encaminhada. Ao final da Série B, os dois times subiriam, ambos com 64 pontos. O Sport ficou em segundo pelo saldo de gols.

O ano seguinte marcou a volta de dois clubes pernambucanos à Primeira divisão desde 2001. O início de ambos foi ruim. O Sport, que perdera o técnico Alexandre Gallo pouco antes da estreia, contratou Giba para o seu lugar mas ele não conseguiu repetir a campanha arrasadora do Estadual. O Náutico foi ainda pior e antes mesmo da metade da competição já era dado por muita gente como rebaixado.

Mas as coisas mudaram para os dois lados com as chegadas de Geninho (Sport) e Roberto Fernandes (Náutico). A reação dos alvirrubros foi ainda mais brilhante, com uma campanha no segundo turno digna de render vaga no G4. Porém, como a desfasagem era enorme somente na metade final viria o alívio. Na virada do turno, o time vermelho e branco era o 18º colocado, com 20 pontos. O Sport tinha sete pontos a mais e estava em 11º lugar.

O jogo valia a luta por uma vaga na Copa Sul-Americana para os leoninos e a saída da zona de degola para os timbus. A data, 23 de setembro, pela 27ª rodada. Pela segunda vez um jogo emblemático. Com uma grande atuação do lateral-esquerdo Júlio César (hoje no Grêmio), autor dos gols, o Náutico venceu por 2x0 e saiu da área de rebaixamento. No final, a diferença entre os dois times foi de apenas dois pontos pró-Sport, 14º colocado. O Aristocrático ficou um degrau abaixo.

O Brasileirão de 2008 começou com um desafio para o Sport. Campeão da Copa do Brasil, não haveria meio-termo, já que qualquer posição entre o segundo e o 16º lugares daria no mesmo. O time já estava classificado para a Libertadores e só jogaria para ser campeão ou não cair para a Segundona. Para o Náutico, o desafio era não sofrer como no ano anterior.



Desta vez, o resultado não determinou futuro para nenhum dos dois times, embora o Náutico viesse novamente brigando contra a degola. Eles se enfrentaram no dia 19 de outubro, pela 30ª rodada. O palco, desta vez, foi a Ilha do Retiro. Gols, jogadas um pouco mais viris que o recomendável e expulsões deram o tom do empate por 2x2. O Náutico abriu o placar com Gilmar e o Sport empatou com Durval já nos acréscimos do primeiro tempo.

Aos dois do segundo, Roger pôs os donos da casa na frente e depois foi expulso. Num contra-ataque, Felipe deixou tudo igual aos 14. O resultado manteve o Náutico fora da zona de rebaixamento, em 15º e o Sport em 11º. O time alvirrubro terminaria em 16º, apenas uma posição antes da queda. O Sport tornaria cativo o 11º posto.

QUEDA - Em 2009, os dois times caíram juntos e um Clássico dos Clássicos voltou a ser decisivo. Depois de uma boa campanha na Copa Libertadores, o Sport iniciou queda livre no Brasileirão. O Náutico começou arrasador com o mesmo Waldemar Lemos de hoje e chegou a ocupar a vice-liderança nas primeiras rodadas.

Com a saída do técnico, o time tomou o rumo da queda para não mais sair. Porém, antes disso empurrou o rival para a humilhante lanterna, onde praticamente ficou carimbado o passaporte para a Série B. O jogo começou eletrizante, já que os dois times precisavam desesperadamente da vitória. O Náutico abriu o placar logo aos quatro minutos, com Bruno Mineiro, hoje no Sport.

Apenas três minutos depois, Vandinho deixou tudo igual. Ainda no primeiro tempo, o onipresente nos times de Pernambuco, Carlinhos Bala, pôs o timbu à frente. Wilson voltaria a empatar o jogo aos 16 minutos. Mas a alegria durou pouco, pois Irênio chutou de fora da área, a bola quicou no gramado e enganou Magrão.

O jogo valeu pela 33ª rodada e, ao final da partida, um emocionado Maurício Cardoso, então presidente alvirrubro, entrou no gramado para abraçar os jogadores. Já o mandatário rubro-negro, Sílvio Guimarães, admitia o inevitável: não havia mais chance de escapar do rebaixamento. No fim, o Sport ficou em último lugar, com míseros 31 pontos. Os alvirrubros ficaram com o penúltimo lugar, com 38.

Ambos voltaram juntos à Série B em 2010 e viviam situações opostas quando se enfrentaram no dia 23 de outubro, pela 31ª rodada. O Sport começou muito mal e passou várias rodadas na zona de rebaixamento à Série C. A partir das chegadas do técnico Geninho e do meia Marcelinho Paraíba o time reagiu. Já o Náutico começou muito bem e caiu à medida que a competição avançou. Problemas extra-campo, sendo o maior deles falta de pagamento pareciam condenar o time ao pior.

Mas, como acontece em clássicos, os jogadores tiram forças de onde aparentemente não existe. A partida foi equilibrada do primeiro ao último minuto. Bruno Meneghel fez 1x0 para o Náutico a um minuto do segundo tempo. Aos 12, Marcelinho Paraíba desperdiçou uma cobrança de pênalti. Mas aos 26 se redimiu ao mandar a bola na cabeça de Romerito, que empatou. No início desse jogo, o zagueiro rubro-negro César sofreu uma ruptura no ligamento cruzado do joelho direito.

O destino dos dois seria continuarem juntos. O Sport bateu à porta do G4 até a penúltima rodada. O Náutico conseguiu escapar da Série C apenas na 36ª, quando venceu o Brasiliense por 1x0, fora de casa.


.
 
 
 
eXTReMe Tracker