Página inicial
 
Mural de recados
20.08 | Jose Helio Pessoa
Bom dia centralinos, surge uma esperança na história do nosso querido Central de ...
19.08 | Gustavo
O Atletico do Acre conseguio o acesso pra serie C com uma folha salarial de 60 m ...
19.08 | Antonio do Salgado
Com certeza ja deram um ninha em Airton Junior, e sobre a outra chapa kd o Alexa ...
 
[Enviar] [Listar]
Esportes
Vídeos
CENTRAL de CARUARU
Clube Atlético do Porto
Sport Club do Recife
Santa Cruz Futebol Clube
Clube Náutico Capibaribe
Salgueiro Atlético Clube
Futebol Pernambucano
Futebol Nacional
Futebol Internacional
Opinião
Giros
Enquete
Não existe enquete no momento!
 
Publicidade
 
 
30/04/2011
17h48 | esportes - CASO SUBORNO
CASO SUBORNO: Verdade deve aparecer em um mês
Clique e confira!
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) terá 30 dias para apurar a denúncia de tentativa de suborno apresentada pelo Náutico contra o Sport. Ontem à tarde, o presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Carlos Alberto Oliveira, ainda indignado, entregou cópias de reportagens sobre o episódio para a subprocuradora de Assuntos Institucionais do MPPE, Maria Helena Nunes. Ele pediu rigor nas diligências e manteve o tom forte sobre a punição aos clubes envolvidos, Náutico ou Sport. “Alguém vai sair chamuscado, e não vai ser eu”, disparou.

Com o documento em mãos, a procuradora Maria Helena entregou o caso ao promotor do Juizado Especial do Torcedor (Jetep), José Bispo. “Vamos apurar tudo, ver se existem provas e se há mesmo o caso. Se houver tudo, vamos denunciar o caso para um processo criminal”, explicou. No caso, a justiça prevê pena de dois a seis anos de cadeia.

Já pelo Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), a punição, em caso de suborno, pode ser de até dois anos de suspensão, além de uma multa de até R$ 100 mil. Neste contexto, caso denunciado e condenado, o Leão deixaria de participar de campeonatos locais e nacionais durante dois anos e ainda perderia os direitos federativos sobre os atletas. No entanto, em caso de confirmação de calúnia (acusação sem provas), a pena para o Náutico seria por danos morais, com indenização a ser estipulada. “Diante dos fatos, com informações fortes dos dois lados, é preciso ir atrás de tudo”, disse Bispo, adiantando que o caso será protocolado na central de inquéritos do Ministério Público.

Além do MPPE, a FPF, através de seu vice-presidente jurídico, Evandro Carvalho, vai protocar o caso no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) e na Polícia, ampliando os tentáculos sobre a elucidação do caso, que será investigado por um delegado especial, a pedido de Carlos Alberto. O dirigente, aliás, prevê danos à imagem do Campeonato Pernambucano junto aos seus patrocinadores.
 
Do Super Esportes 

.
 
 
 
eXTReMe Tracker