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20/04/2011
14h36 | esportes - PERNAMBUCANO 2011
(PERNAMBUCANO 2011) -> Semifinalistas mostram virtudes e defeitos
Clique e confira!

Da Folha de Pernambuco 

Virtudes e defeitos são dois aspectos que influem igualmente em uma decisão. Minimizar as falhas e trabalhar as próprias qualidades são passos básicos para qualquer equipe que quer sair vitoriosa quando se trata de um mata-mata, onde os erros podem ser (e geralmente são) cruciais. Por isso, esta semana que antecede a chegada das semifinais do Campeonato Pernambucano, no próximo domingo, vai ser de intensidade total para Náutico, Santa Cruz, Porto e Sport. Todos as falhas vistas na primeira fase do Estadual agora precisarão ser ajustadas neste tempo limite, simultaneamente à montagem de uma estratégia para surpreender o adversário, explorando os pontos negativos. Confira um raio-x dos classificados para a fase final, escancarando os defeitos e qualidades de cada uma das quatro equipes.

Náutico

Pontos positivos

A grande arma alvirrubra para a reta final do Campeonato Pernambucano é o ataque, que já marcou 57 gols no ano. Artilheiros da equipe na temporada, os atacantes Bruno Meneghel e Ricardo Xavier se mostraram eficientes em jogos importantes. Existe também a expectativa em cima do meia Eduardo Ramos, que costuma oscilar durante o Estadual. Rodrigo Heffner e Aírton são dois atletas que podem decidir. Os dois laterais estão entre os maiores assistentes do elenco. O retorno do zagueiro Everton Luiz nas decisões é uma arma a mais para o Timbu.

Pontos negativos

A marcação da equipe é um dos fundamentos que o técnico Roberto Fernandes precisará ajustar na decisões. Foram dez gols sofridos no últimos quatro jogos, o que fez o comandante alvirrubro cogitar alterar o esquema tático para as partidas finais. No clássico do último domingo, o Náutico atuou com três zagueiros. O jogo aéreo defensivo também precisa ser melhorado, algo que Fernandes está tentando fazer. É preciso que os volantes tenham uma preocupação maior na hora de defender. A pressão pelo hexa é algo que pode prejudicar os atletas dentro de campo.

Santa Cruz

Pontos positivos

Se liderou grande parte do Pernambucano, um dos pontos mais fortes do Santa Cruz para conseguir tal feito foi o conjunto desenhado pelo técnico Zé Teodoro. A equipe coral é compacta, “arrumadinha”, sabe bem as limitações que tem e não tenta fazer mais do que pode. Quando precisa jogar atrás, na defesa, o faz sem reclamar, como aconteceu diante de São Paulo e Sport, por exemplo. A disposição tática dos jogadores também impressiona: as ordens dadas pelo treinador são seguidas à risca dentro de campo, o que facilita para as estratégias montadas por Zé Teodoro serem bem sucedidas.

Pontos negativos

Embora tenha um time titular sólido e que se conhece dentro de campo, o Santa Cruz carece de opções para mudar o rumo de uma partida. Falta elenco. Se no ataque, Gilberto está implacável, seu reserva Laécio corre na direção contrária e parece de mal com as redes. Rodrigo Gral também não embalou. No meio-campo, Léo ainda tenta recuperar o ritmo de jogo e Marcus Vinícius é fraco tecnicamente. As laterais exemplificam bem esta questão: Jackson e Alexandre Silva, naturais da posição, foram substituídos por Cléber Goiano e Renatinho, respectivamente, ambos improvisados.

Porto

Pontos positivos

Na fortaleza do Gavião, chamada Estádio Luiz Lacerda, em Caruaru, o Tricolor do Agreste se manteve não só invicto contra o trio de ferro, mas venceu os três duelos. Diante do Santa Cruz, por exemplo, o resultado foi 3x1 para o Porto. O jovem time de Laelson Lima, com a média de idade de 23 anos, “correu por fora” em quase todo o Pernambucano e mostrou o vigor necessário para abocanhar as vagas no G4 e para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. Chega às semifinais como o azarão e joga toda a pressão da vitória sobre o adversário.

Pontos negativos

Com 31 gols sofridos, o Tricolor do Agreste tem a quarta defesa mais vazada da competição. Entre os semifinalistas, o sistema defensivo do Gavião é o pior. O fator se torna ainda mais preocupante por conta do regulamento do campeonato, semelhante ao da Copa do Brasil, favorecer as equipes que marcam gols fora de casa. E o Porto só não foi vazado, no Lacerdão, em quatro oportunidades. A juventude do equipe de Laelson Lima fez a diferença na maratona do Pernambucano, demonstrando bastante vigor e capacidade física. Mas, no momento da decisão, a falta de jogadores experientes no elenco pode ser crucial.

Sport

Pontos positivos

A fama de time de chegada. A última vez que perdeu uma decisão de Campeonato Pernambucano foi em 1990. O formato das semifinais, no estilo mata-mata, é semelhante ao da Copa do Brasil quando o time mostrou força e conquistou o título, em 2008. Em situações decisivas, a experiência conta bastante. Jogadores como Magrão, Igor, Dutra, Daniel Paulista, Hamilton, Marcelinho Paraíba e Carlinhos Bala são acostumado a grandes decisões. A defesa, apesar de criticada em alguns momentos, terminou a primeira fase como a menos vazada da competição, com 20 gols sofridos.

Pontos negativos

Campanha irregular. Durante toda a primeira fase, o time cambaleou, ficou fora do G4 em boa parte das rodadas e chegou a ter a classificação às semifinais ameaçadas. Sempre que a torcida achou que o time engrenaria de vez, passou por uma decepção. Além disso, não ganhou um só clássico - três derrotas e um empate. Ataque não funciona. Dos 29 gols feitos pela equipe, apenas dez foram marcados por atacantes. Nomes como Tadeu, Ciro e Bruno Mineiro não mostraram serviço. Além disso Alessandro, contratado a peso de ouro, não aguentou a pressão e pediu para sair.


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