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02/02/2011
23h04 | esportes - PERNAMBUCANO 2011
(PERNAMBUCANO 2011) - Náutico teve trabalho mas venceu o Ypiranga - 2x1.
Willian e Bruno Meneghel marcaram os gols dos donos da casa e Renato descontou.

Do JC Online

 

Não foi tão fácil quanto muita gente pensava mas o Náutico cumpriu o dever de casa ao vencer o Ypiranga por 2x1, nesta quarta-feira (2), nos Aflitos. Os três pontos fizeram os alvirrubros assumirem provisoriamente a terceira posição no Campeonato Pernambucano, já que o Porto ainda joga pela oitava rodada. Willian e Bruno Meneghel marcaram os gols dos donos da casa e Renato descontou.

Sem conseguir pressionar o Ypiranga em seu campo de defesa, o Náutico optou por forçar as jogadas pelos lados no início do jogo. Com Willian e Eduardo Ramos jogando em lados inversos - o primeiro pela esquerda e o segundo pela direita - quem se deu melhor foi Willian. Os dois primeiros lances de ataque criados pelos donos da casa partiram dele.

No primeiro, ele arrancou e rolou para o meio da área. A jogada não foi concluída proque Bruno Meneghel não conseguiu dominar. Na segunda, o próprio Willian chutou mas a bola foi para fora. Embora não se deixasse pressionar na sua saída de bola, o Ypiranga não mostrava força ofensiva. A causa disso foi justamente a postura do meio de campo alvirrubro.

Enquanto Willian caída pela direita, Eduardo Ramos posicionava mais próximo de Bruno Meneghel. Isso forçou os laterais a não subir tanto e mais o recuo de um home do meio. O efeito não demorou muito. Aos 15 minutos, numa linha de passe que contou com o calcanhar de Eduardo Ramos e o cruzamento de Aírton, terminou com Bruno Meneghel rolando para Willian chutar forte, no canto esquerdo de Alberto.

Mas logo depois do gol, o Náutico deu uma cochilada e, por muito pouco Felipe Espada não empatou aos 16. O chute dele acertou a rede, mas pelo lado de fora. O time do Agreste não se intimidou e começou a aproveitar alguns espaços deixados por Flávio pelo lado direito. Em duas oportunidades, o lateral Aílton criou problemas. Na primeira, Nino Guerreiro cabeceou por cima. Na segunda, Glédson saiu bem e afastou o perigo.

A partir daí, a partida ficou perigosamente equilibrada. Willian ficou isolado na direita e também não contava com a ajuda de Flávio. Eduardo Ramos, anulado tinha dificuldade em sair da marcação. E o caminho já desbravado anteriormente pelo lado direito da defesa recifense foi por onde a Máquina de Costura chegou ao empate, aos 33. Aílton driblou Flávio e Willian antes de tocar para o meio da pequena área. Renato, desviou para o fundo das redes.

No retorno para o segundo tempo, a ordem do técnico Roberto Fernandes foi para os laterais aparecerem mais no campo ofensivo. Mas não rendeu muita coisa. A primeira grande jogada foi obra de um volante. Do campo de defesa, Éverton fez um lançamento longo para Bruno Meneghel. Ele tentou tocar por cobertura mas Alberto foi mais esperto e fez a defesa. No rebote, Ricardo Xavier também arriscou por cima mas a bola foi para fora.

O tempo foi passando e Flávio não conseguia desenvolver nada pelo lado direito. A solução foi entrar com um meia (Hélton) e deslocar Derley para o lado direito. O tiro foi certeiro. Em sua primeira descida pelo lado do campo, o volante/lateral arquitetou o gol desempate. Ele arrancou e já dentro da área cruzou rasteiro. Bruno Meneghel tocou de letra e marcou seu segundo gol no Campeonato.

Apesar do gol, o setor criativo do Náutico não rendeu o que se esperava. Eduardo Ramos, por exemplo, foi completamente anulado. Willian, quando foi recuado, também caiu de rendimento - além da visível queda no condicionamento físico. Restou a Derley levar o time à frente.

A situação não ficou tão ruim para os timbus porque o Ypiranga também mostrou não estar tão bem das pernas assim. Só para garantir, Roberto Fernandes tirou o apagado Eduardo Ramos para colocar o volante Nílson. O jogo ficou feio, com abuso nas bolas longas e erros de passes e nas finalizações - a maioria de longa distância. O meia David Saccony mostrou que ainda precisa de mais tempo para entrar no ritmo ideal, mas tem uma característica importante: não se escondeu nem tem medo de arriscar.

Nos minutos finais, o Ypiranga ensaiou uma pressão. Aos 45, Gil entrou pela direita e chutou rasteiro mas encontrou Glédson bem colocado. Apesar de não se intimidar, faltou ao Ypiranga mais força no ataque.

Ficha do jogo:

Náutico: Glédson; Flávio (Hélton), Jorge Fellipe, Everton Luiz e Aírton; Éverton, Derley, Eduardo Ramos (Nílson) e Willian; Bruno Meneghel e Ricardo Xavier (David Saccony). Técnico: Roberto Fernandes.

Ypiranga: Alberto; Novito, Sidney, Everton e Aílton; Jair, Márcio (Thiago), Dinho e Renato (Diogo Roberto); Felipe Espada (Gil)e Cristiano. Técnico: Roberto de Jesus.

Local: Aflitos. Árbitro: Carlos Costa. Assistentes: Erich Bandeira e Marcelo Neves. Gols: Willian, aos 15; Renato, aos 33 do primeiro tempo. Bruno Meneghel, aos 17 do segundo. Cartões amarelos: Éverton Luiz, Hélton, Aílton e Márcio.


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