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31/01/2011
12h03 | esportes - PERNAMBUCANO 2011
(PERNAMBUCANO 2011) - Clássico das Emoções fez jus ao nome
Jogo entre Santa Cruz e Náutico acabou 3 a 1 a favor dos alvirrubros

 

"É uma partida fascinante justamente por conta de toda tensão e expectativa. O futebol é o único esporte totalmente imprevisível." Essa foi a explicação dada pelo psicólogo alemão Dietmar Samulski ao Superesportes sobre a emoção de um clássico. Durante os 90 minutos, a comprovação da tese, distribuída em nuances como estádio lotado, virada no placar, quatro gols, três expulsões, perda da invencibilidade e da liderança e muita provocação. A superioridade técnica do Náutico venceu a disposição física do Santa. O placar de 3 a 1, apesar dos erros de arbitragem, foi mais do que justo.

Venceu quem mais finalizou e quem menos cometeu faltas. Ganhou aquele que impôs um ritmo mais forte que o adversário durante toda a partida. Ao derrotado, críticas? Seria o caminho mais fácil, comum. Mas o Santa Cruz jogou dentro de sua limitação técnica, consciente disso. Uma marcação forte e alguns contra-ataques. Com 100% de aproveitamento até então, e umapontuação sólida, não havia motivo para se arriscar. A tática deu certo logo nos primeiros instantes do embate. O Santa finalizou pela primeira vez aos 4 minutos, com eficiência. Jackson cruzou da direita, a zaga alvirrubra ficou só olhando e o artilheiro Thiago Cunha sequer pulou para fazer o quinto gol dele. Por pouco o mesmo Thiago não ampliou no minuto seguinte, por cobertura.

Era a hora de o Náutico - que usou a sua força máxima - botar a bola no chão e impor a técnica mais apurada que a do rival. Aos 14 minutos, após duas cobranças de escanteio em uma verdadeira blitz, a bola foi levantada na área para o oportunista Ricardo Xavier, que empatou o jogo.

No segundo tempo, o Santa Cruz seguiu tentando aplicar contragolpes, gastando a energia do Náutico, um tanto desorganizado. Coincidência ou não, a contusão do goleiro titular do Santa e a entrada do reserva Zuba, mudou jogo. Parte da infelicidade do camisa 12 se deve diretamente à atuação de Nielson. Liderando o inédito quinteto de arbitragem, o juiz nãoassinalou pênalti em Thiago Mathias aos 22 minutos. Numa dessas ironias que marcam o futebol, Derley marcou um golaço no lance seguinte, virando a partida. No fim, outro pênalti duvidoso. Para o Náutico, mas desta vez com o árbitro apontando para a marca penal.Bruno Meneghel definiu a festa. Vitória consumada. Mais um clássico que fez jus ao nome.

"A arbitragem não tira o brilho da nossa atuação. Fomos superiores e ainda vamos crescer mais", falou Roberto Fernandes, técnico do Náutico 


Náutico
Glédson; Derley, Walter, Everton Luís e Jeff Silva; Everton, Elicarlos, Eduardo Ramos (Phillip) e Willian (Elton); Bruno Meneghel e Ricardo Xavier (Flávio). Técnico: Roberto Fernandes


Santa Cruz
Tiago Cardoso (André Zuba); Jackson, Leandro Souza, Thiago Matias e Alexandre Souza; Jeovânio, Memo, Weslley e Mário Lúcio (Renatinho); Thiago Cunha e Laécio (Landu). Técnico: Zé Teodoro

Local: Aflitos (Recife)
Árbitro: Nielson Nogueira
Assistentes: Jossemar Diniz e Pedro Wanderley (Ubirajara Ferraz e Alcides Lira)
Gols: Thiago Cunha (aos 3 do 1ºT), Ricardo Xavier (aos 14 do 1ºT),  Derley (aos 26 do 2ºT) e Bruno Meneghel (aos 34 do 2ºT)
Cartões amarelos: Walter, Jeff Silva, Everton, Eduardo Ramos e Bruno Meneghel (Náutico); Jackson, Wesley, Thiago Mathias e Jeovânio (Santa Cruz) - Cartões vermelhos: Elicarlos (Náutico) e Thiago Cunha (Santa Cruz).
Renda: R$ 185.220
Público: 18.112

 

 

 

Náutico

17 Finalizações

6 certas

17 faltas cometidas

8 escanteios

1 impedimento

Santa Cruz

12 Finalizações

4 certas

20 faltas cometidas

2 escanteios

3 impedimento

 


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