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29/08/2017
18h49 | esportes - NÁUTICO
NÁUTICO - Ivan Brondi renuncia cargo de presidente do Timbu
A imagem que o torcedor alvirrubro tinha de Ivan Brondi era a de um jogador vencedor, histórico. Símbolo do tempo mais vitorioso do Náutico. O tempo do hexacampeonato. Em 2016, o ex-meia deixou de lado as glórias da década de 1960 para ser vice-presidente do clube. Em seguida, viu Marcos Freitas se afastar do cargo máximo por motivo de saúde. Passou, então, a comandar o Náutico sob imensa pressão. Na tarde desta terça-feira, veio o limite. Ele leu uma longa carta, no auditório do CT, e renunciou ao cargo após sofrer ameaças e conviver com o racha político. Todos os diretores de todos os departamentos também saem. Gustavo Ventura, presidente do Conselho Deliberativo, assume o cargo o comando do executivo conforme prevê o estatuto.

Ivan Brondi estava efetivado no posto desde 15 de dezembro de 2016 quando Freitas se afastou por motivos de saúde. Somando o tempo como interino, ficou quase 15 meses no cargo. Neste ano, o Náutico mergulhou em uma crise financeira ainda maior no futebol - o que aumentou a pressão sobre Ivan. Na última sexta-feira, chegou a ser ameaçado por um grupo que se autointitula Resgate Alvirrubro, segundo revelação do ex-vice-presidente de futebol Emerson Barbosa, que também estava presente no pronunciamento.

Segundo Ivan Brondi, deixa o caminho aberto para a sucessão no clube, que será gerido por Edno Melo no próximo ano. “Tentei fazer o Náutico vencedor como nos meus tempos de jogador. Não deu”, disse. “Renuncio o meu cargo de presidente executivo do Náutico. Que Gustavo Ventura possa assumir a gestão”, acrescentou.
 
 A saída do presidente veio pouco mais de dois meses após o autointitulado "pacto pela paz alvirrubra" no qual o presidente eleito Edno Melo, e seu vice, Diogénes Braga fora incorporados a atual gestão, assumindo os cargos de vice fiannceiro e diretor de futebol, respectivamente.

No entanto, a "união" durou pouco. Na semana passada, Edno Melo, também via carta, revelou a sua saída do cargo, alegando falta de autonomia para ocupar a pasta financeira do clube. A reboque, Diógenes Braga também deixou a diretoria de futebol.
 
DO SUPER ESPORTES PE 

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