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27/11/2016
14h09 | esportes - NÁUTICO
Invasões e agressões de torcedores devem render punição ao Náutico

A derrota para o Oeste no sábado passado, além de impedir o acesso à Série A, deve ter repercussões negativas para o Náutico no futuro. É que vários torcedores invadiram o gramado no fim do jogo para intimidar jogadores das duas equipes (Francis, do time visitante, chegou a ser agredido). Com isso, o Timbu corre sério risco de ser punido com multa e perda de mandos de campo.

Na temporada, alguns casos semelhantes aconteceram. Em maior ou menor proporção. O mais recente foi o da filha de Renato Gaúcho, Carol Portaluppi, que entrou em campo na vitória do Grêmio contra o Cruzeiro, pelas semifinais da Copa do Brasil.

A princípio, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) havia tirado o mando de campo da final da competição do Grêmio. O Tricolor, porém, entrou com recurso e conseguiu o efeito suspensivo. Jogará, na próxima quarta-feira, a segunda decisão em sua Arena.

O próprio Timbu passou por situação semelhante nesta temporada. Na semifinal do Pernambucano, após a derrota para o Santa Cruz, quatro torcedores invadiram o gramado da Arena de Pernambuco. Como o jogo foi pelo Estadual, o clube foi julgado pelo TJD-PE. Acabou absolvido por conta da detenção e identificação dos invasores.

Esses dois casos indicam o caminho que o Timbu deve seguir. A tendência é que o clube seja denunciado e vá a julgamento enquadrado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de prevenção e repressão de invasão de campo.

A punição pode ser pecuniária (multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil reais) ou perda de mando de campo (até 10 partidas). Os casos recentes mostram que os clubes que tomaram as medidas corretas após o fato - identificar os culpados e registrar a invasão em boletins de ocorrência - foram absolvidos ou tiveram penas abrandadas.

DO GLOBOESPORTE.COM/PE 

FOTO: MARLON COSTA

 


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