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28/10/2016
10h15 | esportes - SÉRIE B
SÉRIE B - Náutico 2x1 Atlético/GO - Timbu de volta ao G4
Foi intensa, pegada e com alguns altos e baixos. Assim pode ser descrita a vitória do Náutico sobre o Atlético-GO por 2 a 1 na Arena de Pernambuco. O Timbu precisou amadurecer durante a partida para lidar mais uma vez com um líder da Série B. Foi da afobação ao êxtase em 45 minutos, quando Rony, o dono da noite em São Lourenço, marcou dois gols e definiu o placar. Mesmo em tão pouco tempo, o Náutico teve que lidar com algumas situações que poderiam ter lhe tirado do trilho, mas foi equilibrado quando precisou. Foi equilibrado como o técnico Givanildo Oliveira tanto deseja. 

Desde o primeiro segundo da partida havia um clima diferente no ar. Não era empolgação, esperança ou confiança. Era tensão. Toda do lado alvirrubro. Talvez os jogadores do Náutico tenham entrado em campo muito pilhados por saberem que uma vitória colocaria a equipe de volta no G4. O empate entre Londrina e Criciúma por 1 a 1 foi muito bom para o Timbu e por isso o time de Givanildo Oliveira começou a partida com o pé no acelerador. Foi para cima do Dragão. Este foi o primeiro estágio da equipe durante os 90 minutos. O da empolgação.

O ímpeto só esfriou um pouco após os primeiros 15 minutos. Neste tempo, deu para Bergson colocar uma bola na trave no primeiro chute ao gol, Rony forçar Kléver a fazer grande defesa e um ótimo cruzamento de Joazi não ser completado dentro da pequena área. Aí veio o estágio do temor. Ele foi desenhado através dos pés de Michel, que arrancou do meio de campo, ganhou de Rafael Pereira, viu Joazi desistir de fazer a falta e invadiu a área pronto para abrir o placar. Só que o atleta do Atlético-GO veste a camisa 5. É volante e apesar dos quatro gols na Série B, não mostrou cacoete algum de matador. Chutou rasteiro e fraco. O bastante para Júlio César defender com segurança.

A partir daí veio o estágio da raiva. Não ao adversário, mas ao árbitro Célio Amorim. Ao não marcar um pênalti em Bergson, a torcida alvirrubra foi à loucura e qualquer falta era questionada. O time alvirrubro perdeu um pouco do seu foco. Isso ficou claro após João Ananias dar um empurrão desnecessário em Michel durante uma pequena confusão após falta dos visitantes. O Atlético-GO percebeu e começou a utilizar as armas que tinha. Tentou frear o jogo como pode, inclusive atrasando o jogo quanto tinha a oportunidade. Algo estranho para quem está tão perto do acesso.
 
 Segundo tempo
No segundo tempo veio o estágio do equilíbrio, que deve ter sido obtido através das palavras do técnico Givanildo Oliveira nos vestiários. De tanto o treinador repeti-la, os jogadores devem ter lembrando como conseguiram ficar oito jogos sem perder. Com pouco mais de um minuto de partida o Náutico já havia alçado duas bolas na área do Atlético-GO e na segunda a torcida presente na Arena de Pernambuco viveu seu maior êxtase. Rony, que havia se posicionado na quina da grande área, viu a bola vir em sua direção e pela altura que ela foi desviada teve tempo de pensar e preparar o seu melhor chute. Acertou como poucos fariam. Golaço e delírio nas arquibancadas. 

De forma natural, até porque o Náutico decidiu recuar, o time que lidera a competição e tentou atrasar o jogo no primeiro tempo começou a jogar. Tentou ir ao ataque de forma um pouco mais objetiva. O Timbu deixou de ser o time nervoso da primeira etapa e voltou a ser a equipe sábia e paciente que Givanildo Oliveira montou. Soube dosar arrancadas, como passes laterais. Entrou no estágio da sabedoria. E foi assim, em um lance quase despretensioso, que Rony fez o seu segundo no jogo e décimo na Série B. Kléver e Romário se atrapalharam em um lance simples, o camisa 7 do Náutico se antecipou e ampliou o placar.

Na parte defensiva, o Timbu não deixou o Atlético-GO levar perigo efetivo à Júlio César. A área sempre foi rondada, mas o camisa 1 passou ileso até os minutos finais, quando Magno Cruz recebeu livre dentro da área e descontou para os visitantes. Os dois minutos finais da partida voltaram a ser o estágio do temor, ainda mais após falta perigosa para o Atlético-GO. A cobrança explodiu em Rony e não só o time, mas todos que estavam na Arena de Pernambuco chegarem ao estágio da alegria completa de voltar ao G4, local que não sairá nesta rodada, e seguir mais vivo do que nunca na briga pelo acesso à Série A. 

FICHA DO JOGO

Náutico 2
Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Igor Rabello e Gaston; João Ananias, Rodrigo Souza (Negretti, aos 44’ do 2ºT), Marco Antônio e Vinícius (Renan Oliveira, aos 38’ do 2ºT); Rony e Bergson (Tiago Adan, aos 35’ do 2ºT). Técnico: Givanildo Oliveira.

Atlético-GO 0
Klever; Matheus Ribeiro, Marllon, Ricardo Silva e Romário; Michel, Pedro Bambu (Luiz Fernando, aos 25’ do 2ºT), Magno Cruz, Jorginho e Gilsinho (Alisson, aos 25’ do 2ºT); Júnior Viçosa (Lucas Crispim, aos 42’ do 2ºT). Técnico: Marcelo Cabo

Local: Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata. Árbitro: Célio Amorim (SC). Assistentes: Thiago Americano Labes e Eder Alexandre (SC). Gols: Rony (aos 1’ e 15’ do 2T) (NAU). Magno Cruz (46’ do 2T). Cartões amarelos: João Ananias, Vinícius, Bergson, Gaston e Rodrigo Souza (NAU); Michel, Gilsinho, Marllon, Jorginho e Pedro Bambu (ATG). Público: 15.319. Renda: R$ 275.090,00.
 
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