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07/10/2016
08h00 | esportes - SÉRIE B 2016
SÉRIE B - Náutico 2x0 Brasil de Pelotas - Timbu conquista quinta vitória consecutiva e dorme no G4 da Série B
FOTO: RICARDO FERNANDES/DP 
 
A vitória do Náutico sobre o Brasil de Pelotas por 2 a 0 na Arena de Pernambuco foi a cara da Série B. Difícil, em um jogo truncado e decidida em um lance. Não o do gol, mas na expulsão do volante Washington, que mudou o rumo da partida. Foi a partir dela que o Náutico teve uma brecha para aproveitar a desorganização dos gaúchos para abrir o placar.  

Além dos três pontos a vitória significou muito mais. O Náutico se afastou do Brasil, conquistou sua quinta vitória consecutiva e vai “dormir” no G4 da Série B. Ocupa a terceira posição e voltou ao grupo de elite após 19 rodadas. O complemento da 30ª rodada que vai decidir se o time continuará entre os quatro primeiros. Tudo dependerá os resultados de Atlético-GO x Avaí (16h) e Vasco x Londrina (18h30).

O Jogo
Era claro que o desafio seria difícil. O Brasil de Pelotas tinha a mesma pontuação do Náutico e queria ultrapassar o Timbu na tabela. Talvez fosse a partida com maior nível de dificuldade da Série B justamente por ser o confronto mais direto que o Timbu enfrentaria neste segundo turno. Isso se traduziu na partida. O jogo não foi bonito. Muito pelo contrário. Foi truncado e com poucas chances de gol. A cara da Série B. Um tipo de jogo que precisa de um diferencial para ter alteração no placar. E foi isso o que aconteceu.

Após 40 minutos de jogo, nada de chances claras ou de perigo aos gols de Júlio César e Eduardo Martini. Isto até Washington protagonizar o lance mais infantil da partida. Após dividir uma bola aérea com Marco Antônio, o atleta deu um toque com o pé na cabeça do meia alvirrubro. Aquele típico lance que às vezes passa despercebido. Não desta vez. O volante foi expulso e mudou a partida. Para o Náutico.

Após volta ao campo, utilizando uma touca na cabeça por causa do corte, Marco Antônio acertou um lançamento primoroso aos 44 minutos do primeiro tempo. Encontrou Bergson, em posição legal, quase dentro da pequena área. O atacante teve calma suficiente para tocar na saída de Martini e fazer a torcida alvirrubra soltar o grito de gol. O necessário para ir para o vestiário com vantagem no placar e montar uma estratégia que aproveitasse a superioridade numérica dentro de campo. 
Ricardo Fernandes/DP
Jogo foi truncado e em alguns momentos parecia que o zero não sairia do placar da Arena de Pernambuco

Ao invés de ir para cima e tentar matar o jogo, o Náutico foi cauteloso. Recuou um pouco a marcação e tentou sair quando havia espaço. A entrada de Renan Oliveira no lugar de Rodrigo Souza fez o jogo ser mais cadenciado e o meio de campo foi dominado pelos donos da casa. Porém, o desejo do Brasil de Pelotas pelo empate era maior e em um lance aos 18  minutos quase saiu o empate. Felipe Garcia recebeu de Elias e chutou na entrada da área. Júlio César fez uma grande - e inexplicável - defesa para salvar o que seria o empate. 

Após o lance, ficou claro que o Náutico estava cansado da sequência recente de jogos. O time se preocupava em deixar o time gaúcho longe da sua área e evitava investir em lances de velocidade. Ficou claro que o objetivo era apenas manter o placar e garantir vitória. Quando pareca que o jogo começaria a ficar dramático, Rony apareceu quando o time mais precisava. Aos 37 minutos, o atacante arrancou em velocidade em um contra-ataque e tentou cruzar para Vinícius, mas Marcão atravessou a jogada e empurrou para o fundo da própria meta para dar números finais ao jogo. 

Ficha do Jogo

Náutico
Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Igor Rabello e Gastón; Negretti, Rodrigo Souza (Renan Oliveira, no intervalo), Vinícius e Marco Antônio (Eurico, aos 21’ do 2ºT); Rony e Bergson (Yuri Mamute, aos 35’ do 2ºT). Técnico: Givanildo Oliveira.

Brasil de Pelotas
Eduardo Martini; Weldinho, Cirilo, Leandro Camilo e Eduardo Brock; Leandro Leite, Washington, Diego Oliveira (Marcão, no intervalo), Elias (Nathan, aos 29’ do 2ºT) e Felipe Garcia; Ramon (Jonatas Belusso, aos 20’ do 2ºT). Técnico: Rogério Zimmermann.

Data: 7/10/16
Árbitro: Ednar Campos Encarnação - AM
Assistentes: Marcos Santos Vieira e Jander Rodrigues Lopes (ambos do AM)
Gols: Bergson (aos 44’ do 1ºT) Marcão (contra, aos 37’ do 2ºT)
Cartões amarelos: Felipe Garcia e Elias (BRA); Bergson e Gastón (NAU)
Expulsão: Washington (BRA)
Público: 11.239  
Renda: R$ 193.570
 
DO SUPER ESPORTES PE 


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