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09/09/2016
15h08 | esportes - NÁUTICO
Givanildo Oliveira não revela, mas dá pistas de escalação do Náutico para o confronto contra o Bahia
NÁUTICO
No último treino antes de enfrentar o Bahia na Arena de Pernambuco, nada de mistério. O treino foi aberto em todos os momentos e era provável que a escalação não fosse revelada, mas em um último momento, Givanildo Oliveira deu pistas de qual será a equipe. Algo que ele já tem definido em mente, mas preferiu não adiantar nada durante a entrevista coletiva.

É provável que a equipe seja a mesma que treinou nos dois dias anteriores e tenha Júlio César, Walber, Rafael Pereira, Adalberto, Gaston, João Ananias, Rodrigo Souza, Renan Oliveira, Jefferson Nem, Rony e Bergson como os 11 iniciais. Ao menos quase todos estes atletas foram vistos na segunda parte do treino, quando o técnico comandou uma atividade de bolas paradas. Há uma alternativa a este time, mas ela nem treinou neste momento em que as bolas eram alçadas na área. Vinícius, que foi utilizado na quinta-feira entre os titulares em um segundo momento do treinamento, deve ficar como opção para o segundo tempo e em uma situação que Givanildo terá que fazer adaptações.

“A escalação depende muito do trabalho que eles fizeram. De repente podemos estar utilizando (outra escalação) em determinada situação e jogo. Eu tive um jogador que está no Corinthians e ele, o Rodriguinho, não gostava de marcar. Hoje, ele vem atuando como segundo volante. É a situação de se adaptar. A situação vai depender do jogo. De início já treinamos e conversamos bastante”, comentou.

Se o técnico evitou adiantar o time, por outro lado elogiou muito a resposta dos atletas durante a semana. Gostou do afinco e da motivação dos atletas. Só deixou claro que não houve tempo hábil para deixar o time como deseja. “Pela resposta deles fiquei feliz sim. Mas satisfeito não posso dizer que estou. Nós treinadores precisamos de tempo. Foram apenas quatro dias de treino e não deu muito tempo de mudar muita coisa”, esclareceu.

A empolgação dos jogadores dificilmente vai fazer o técnico abrir um sorriso ou se empolgar do mesmo modo. Como ele mesmo diz, é pago para trabalhar e não para sorrir. Ao menos, admitiu que em toda a estreia sente um pouco de ansiedade, algo que para ele é mais do que natural mesmo já tendo comandado o Náutico em outras duas ocasiões. “Ainda tem o frio na barriga porque é uma coisa natural. Futebol é emoção. A minha não é como torcedor, porque torcedor é um apaixonado, mas na sua profissão você tem que ter essa sensação”.
 
DO SUPER ESPORTES PE 

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