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22/04/2016
10h38 | esportes - NÁUTICO
NÁUTICO > Confira as opções para o jogo de volta contra o Santa Cruz

No próximo domingo, o Náutico tem um desafio hercúleo pela frente. Precisa vencer o Santa Cruz por, pelo menos, dois gols de diferença para levar para os pênaltis a decisão de quem vai à final do Campeonato Pernambucano. Se não quiser correr os riscos da grande penalidade para se manter vivo na briga pelo título estadual - que não conquista há 12 anos, completados na última segunda-feira -, vai precisar vencer por três gols de diferença. E não é apenas a obrigação de vencer com folga o rival que faz com que a missão alvirrubra seja extremamente difícil. É que, pela frente, tem um adversário extremamente moralizado e em franco crescimento.

Taticamente, o time tricolor é outro em relação àquele de Marcelo Martelotte. Milton Mendes ajustou a equipe coral e isso se viu no 3 a 1 da última quarta-feira, no Arruda. Para tentar reverter tamanha desvantagem, o técnico alvirrubro Gilmar Dal Pozzo já admitiu que vai ter que encontrar alternativas para o confronto deste domingo, na Arena pernambuco. O treinador timbu, inclusive, adiantou que deverá mudar algumas peças no seu time para a partida de volta. Abaixo, analisamos algumas destas mudanças possíveis, sem que Dal Pozzo precise abrir mão do sistema tático que tem sido adotado ao longo do ano: 1-4-2-3-1.

LATERAL ESQUERDA
Henrique no lugar de Gastón
Na derrota de quarta-feira, o sistema ofensivo do Náutico não conseguiu aplicar alguns princípios de jogo como penetração, ultrapassagem e profundidade. Ao fim do jogo, Dal Pozzo mencionou que uma das alternativas pretendidas é ganhar em passagens na diagonal. Função que Henrique exerce com maior qualidade do que Gastón. O uruguaio, por sinal, não foi bem no Arruda. Frágil defensivamente - ficou apenas assistindo a Arthur marcar o primeiro gol do confronto - e ineficaz ofensivamente, o lateral esquerdo foi uma nulidade. Com Henrique, o Náutico não perde em consistência defensiva e ganha maior poder ofensivo e potencial superioridade numérica em setores mais avançados, além de seu bom chute de média distância.

MEIO-DE-CAMPO
Caíque no lugar de Gil Mineiro
Sob o aspecto tático, compreende-se a opção de Dal Pozzo por Gil Mineiro. Na primeira vez que o Timbu encarou o Santa no Arruda este ano, Gil havia sido a surpresa do treinador. Foi bem. Voltou a ser titular contra o Salgueiro. Novamente bem. Mais consistente defensivamente e com velocidade na transição, a aposta era ter alguém de ajudasse na cobertura da marcação a Keno e também tivesse infiltração ofensiva. Não resultou. Caíque, sempre que foi acionado, esteve muito bem. Foi um dos destaques na rodada inaugural, no triunfo por 2 a 0 sobre o próprio Santa Cruz (resultado que levaria para os pênaltis, se repetido), no empate por 1 a 1 com o Sport e na goleada por 5 a 0 sobre o América. Com o meia-atacante, o time ganha consistência no meio-de-campo, maior qualidade no passe e preenchimento de espaço no último terço de campo, o que Dal Pozzo, em ocasiões anteriores, referiu-se como “povoamento” do setor.

Esquerdinha no lugar de Rony
Rony não vem bem. Incógnita quando chegou ao clube, o jovem atacante acabou surpreendendo positivamente no início do Pernambucano. Arisco, escorregadio e velocista, chamou a atenção. Suas deficiências técnicas, contudo, foram, aos poucos, superando suas qualidades. Questões básicas como postura corporal prejudicam o jogador nas finalizações e nos cruzamentos. A profundidade que o time perde sem Rony pela direita, pode ser compensada pelo lateral Joazi. Esquerdinha, por seu turno, tem vindo em inequívoco momento de crescimento. Tem entrado no segundo tempo dos jogos e com ele em campo o time alvirrubro tem sempre melhorado consideravelmente. Precisando ir para cima do Santa Cruz, Dal Pozzo vai necessitar ter qualidade no passe e jogadores que finalizam bem. Esquerdinha, neste momento, dá maior consistência nestes dois quesitos que Rony.

ATAQUE
A volta de Daniel Morais
A posição de centroavante tem sido, nitidamente, a mais preocupante no Náutico. Dal Pozzo não consegue definir um titular absoluto, variando entre Daniel Morais e Thiago Santana conforme o adversário e o momento de cada um deles. No Arruda, o treinador optou por Thiago para ter maior mobilidade ofensiva e, assim, tentar criar espaços para penetrações dos meias. A ideia, em teoria, era boa. Porém, não deu certo e por uma simples razão: Thiago foi mal no jogo. Vice-artilheiro do time no Estadual, com quatro gols, Daniel Morais pode ser a melhor opção para a frente do ataque no domingo. Com o centroavante, o Timbu ganharia em profundidade, fazendo o pivô, segurando mais a dupla de zaga tricolor, sem falar de seu poder de finalização.

DO SUPER ESPORTES PE 


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