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07/02/2015
16h00 | esportes - Náutico
Náutico - Apenas dois jogadores do Timbu já atuaram em um duelo contra o Sport
Moacir Júnior Náutico x Salgueiro (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Moacir Júnior teve conversa individual com alguns atletas do Náutico (Foto: Aldo Carneiro / PE Press)

Além das dificuldades naturais de um grupo em formação que ainda busca o entrosamento ideal, o técnico Moacir Júnior também trabalha o lado psicológico dos jogadores que vão atuar em um Clássico dos Clássicos pela primeira vez, ou seja, a maioria esmagadora do elenco. Dos atletas considerados titulares, apenas o zagueiro Flávio e o volante João Ananias tiveram a experiência de enfrentar o Sport.  No próximo domingo, na Arena Pernambuco, os dois atletas vão entrar em campo para encarar mais uma vez o rival rubro-negro e esperam ajudar o Timbu a conquistar três pontos e aliviar a pressão da torcida. 

 

Para se ter uma ideia, pelo menos seis jogadores do time considerado titular do Sport já atuaram em um clássico contra o Náutico - alguns, bem mais de uma vez -, como Magrão, Durval, Ewerton Páscoa, Renê e Rithely. Do lado alvirrubro, será a primeira vez do próprio técnico Moacir Júnior, que revelou ter conversado individualmente individuais com alguns atletas do elenco sobre a partida, mas que não vem diferenciando o trabalho de motivação feito para os demais jogadores. 

- É difícil fazer um tratamento diferenciado. Não faço. Eu tenho atletas igual a Júlio, a Gaston... E tenho jogadores de 18 anos, como Jefferson Nem. Claro que, individualmente, a gente dá uma conversada. Mas a nível de grupo, os coloco na mesma condição. Na hora que se entra em campo, ninguém quer saber a média de idade e nem o nível salarial. Quando se entra em campo, são 11 contra 11. 

O técnico chegou a lembrar do primeiro clássico de 2014, quando o Náutico, que também passava por um período de remontagem de elenco sob o comando do técnico Lisca, venceu o Sport por 1 a 0 na Ilha do Retiro. Mas Moacir disse que não usa o episódio como motivação para o atual elenco.

- Não podemos achar que a história vai se repetir se a gente não tiver uma postura parelha. A equipe do ano passado era mais rodada. O treinador já conhecia mais a características dos jogadores. Já na última quinta-feira, no intervalo, teve uma conversa no vestiário e houve uma fusão boa dos atletas com a comissão técnica. Estou buscando essa boa relação no dia a dia.
 
Do globoesporte.com/pe 

 


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