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14/05/2014
21h02 | esportes - NÁUTICO
NÁUTICO <> Conversa com elenco marca primeiro dia de trabalho de Sidney Moraes no timbu
Clique e Confira.

Apito no pescoço e uniforme de treino. Depois de falar brevemente com os jogadores após a vitória de 2 a 0 sobre o América-RN, Sidney Moraes, de fato, começou o trabalho como técnico do Náutico nesta quarta-feira. A movimentação foi apenas regenerativa, sem nenhum indício tático de como será o time para a partida contra o Vasco, sábado, na Arena Pernambuco. 

Sidney Moraes Náutico (Foto: Daniel Gomes)Sidney teve uma longa conversa com Elicarlos, capitão do Náutico (Foto: Daniel Gomes)

Além de observações, a conversa também ditou o primeiro dia do novo comandante no centro de treinamento Wilson Campos.

- Sidney foi apresentado nos vestiários (depois do jogo contra o América-RN), mas falou pouco. Acho que ele preferiu observar mais o jogo e preferiu dizer pouco. No treino desta tarde é que vamos ver como ele quer trabalhar de fato - disse o volante Dê, ainda antes da movimentação.

O trabalho técnico foi realizado só com os reservas. Os que atuaram contra o América-RN fizeram alongamentos. Sérgio China, que vinha comandando o Náutico interinamente, também conversou com Sidney Moraes. E, com uma prancheta ainda passou algumas instruções ao novo treinador. O técnico chegou a reunir todo o elenco para uma palestra no hotel do clube, que também fica no centro de treinamento Wilson Campos. Depois de quase 20 minutos de conversa, todo o elenco foi para o gramado. Enquanto os atletas faziam o aquecimento, Sidney Moraes seguiu conversando por outros dez minutos com o volante Elicarlos, capitão e jogador com mais tempo de casa no plantel atual.

Após o treino, Sidney Moraes concedeu a primeira entrevista e destacou a importância que a conversa com os jogadores e comissão técnica têm neste início de trabalho.   

- A conversa é super importante. Temos um jogo sábado e já estamos em cima. Quanto mais informações eu conseguir, melhor para mim. A conversa também serve para a gente conhecer mais a fundo os jogadores. Eu penso sempre no grupo e é uma característica minha.

Possibilidade de acesso foi decisivo para a chegada de Sidney

O diretor de futebol do Náutico, Paulo Alves, revelou que o clube já havia tentado contratar Sidney Moraes em outras duas oportunidades: em 2001, ainda como jogador e no início deste ano, já como treinador. Antes de responder o motivo de não ter fechado com o Timbu antes, o treinador olhou para o diretor. Os dois riram e Sidney foi sucinto. 

- Eu não vim para o Náutico porque o time vivia um momento de eleições e eu já estava acertado com a Ponte Preta.

Foi justamente na Ponte Preta que Sidney Moraes começou a viver um momento diferente na sua carreira. Se antes ele tinha passado um longo período nos clubes que comandou (pouco mais de dois anos no Boa Esporte-MG e seis meses no Icasa-CE), na Ponte foi diferente. Durou pouco mais de três meses - o time foi eliminado nas quartas de final do Campeonato Paulista. No Vila Nova-GO, seu último clube, foram apenas quatro jogos.

- Tive uma passagem curta na Ponte. Eu saí mais por problemas internos. Já no Vila Nova, vivíamos um processo de reformulação, onde eu levei 18 jogadores. Isso com pouco tempo para se iniciar uma Série B.

Sidney Moraes também aproveitou para explicar sua saída do Vila Nova. O treinador admitiu que pediu demissão do antigo clube para treinar o Náutico. Segundo ele, o novo clube lhe dá chances reais de acesso.

- Eu realmente pedi demissão do Vila Nova para poder abraçar o Náutico e vir para um clube que me dá realmente uma chance de brigar pelo acesso.

Do globoesporte.com/pe 


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