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30/08/2013
14h01 | esportes - NÁUTICO
NÁUTICO > Com sete volantes no elenco, Timbu sente carência de criatividade no meio de campo
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Durante o processo de formação do elenco para a Série A – que aconteceu, inclusive, com a competição em andamento -, o Náutico investiu bastante na contratação de volantes. Talvez estimulado pelo acerto na vinda de Martinez, ano passado, foi buscar jogadores com histórico e características semelhantes. Vieram Magrão e Rodrigo Souto. Além deles, Derley voltou. Se juntaram aos que já haviam no elenco: Auremir, Dadá e Elicarlos. Sete, no total.

O grande número de volantes levou o Náutico a uma tendência de esquemas baseados num meio-campo de muita marcação. Nisso, a criação acabou ficando em segundo plano, já que muitas vezes ficava a cargo de um dos cabeças de área. Por mais que tenham mobilidade e alguma qualidade no passe, nenhum deles tem a capacidade – e o mais importante, a liberdade tática – de um verdadeiro meia.

Os quatro técnicos que dirigiram o Náutico nesta Série A, Silas, Levi Gomes, Zé Teodoro e agora Jorginho seguiram essa tendência. O Timbu disputou 14 partidas no campeonato. Em apenas duas o time teve um meio campo com dois volantes e dois meias de ofício. Na grande maioria, em 11 jogos, teve três cabeças de área. E ainda houve um confronto, contra a Ponte Preta, em que chegou a ter quatro volantes.

Uma coisa é certa: o esquema com três volantes não funcionou. Houve apenas uma exceção: a vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo, em que o time jogou somente nos contra-ataques. Quando investiu num meio de campo com meias de ofício, o time jogou bem. O grande ícone: a vitória por 3 a 0 diante do Internacional. Deixando a Série A, o segundo exemplo. Na quarta-feira, pela Sul-Americana, o triunfo por 2 a 0 sobre o Sport, na Arena Pernambuco.

Se até então a limitação de meias no elenco – o que comprova um erro de planejamento na montagem do grupo – era uma justificativa para o investimento em esquemas com tantos volantes, agora não mais. O argentino Morales estreou bem e mostrou que pode dar uma grande contribuição. Não sozinho, claro. Tiago Real não fez uma partida brilhante no clássico, mas pode ser útil. Na reserva, Peña precisa mostrar mais para conquistar uma vaga de titular. Mesmo assim, é uma opção, assim como o garoto Marcos Vinícius.

Após quatro jogos, Jorginho parece, enfim, ter encontrado um caminho. Não foi fácil, e ele sabia que não seria. Mas a aposta nos dois meias deve ter continuidade na próxima partida do time, na Série A, amanhã, contra o Atlético-PR. É o primeiro de três confrontos em casa que o Timbu fará em sequência – depois pega Vasco e São Paulo. Uma série decisiva, que pode decidir o destino alvirrubro no campeonato.

 

 

Foco na Série A

 

 

O Náutico, claro, não planejava deixar a Sul-Americana tão cedo. Mas após a eliminação do time, o caminho agora é focar 100% na Série A. Pode não ser tão ruim. Afundado na lanterna da competição, a equipe precisa reagir. Já passou da hora. Por isso, a sequência de três jogos na Arena Pernambuco que está por vir é crucial. Certamente, os resultados dessa série vão decidir o futuro alvirrubro na competição.

A sequência começa amanhã. O primeiro adversário é o Atlético-PR. Depois, virá o Vasco. Para finalizar, o São Paulo. A meta alvirrubra é audaciosa. Não por opção. As três vitórias são obrigação. Os jogadores sabem disso. “Sete pontos não é bom. Queremos os nove, porque são partidas dentro de casa. Não podemos dar esse mole. É vencer esses três jogos e ponto”, resumiu o zagueiro Leandro Amaro.
 
Do Super Esportes 

 


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