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26/11/2017
17h12 | esportes - SANTA CRUZ
SANTA CRUZ - Clube fecha ano de 2017 com artilheiro inusitado e atacantes em baixa no Arruda
O Santa Cruz teve grandes nomes como artilheiros na sua história. Nesta década, nomes como Dênis Marques, Grafite, Léo Gamalho ficaram marcados como referência no ataque e idolatrados pela torcida. Situação que não ocorreu em 2017 e deve ser uma das prioridades para a próxima temporada. Neste ano o artilheiro da equipe passou bem longe do ataque, situação inesperada pelos nomes que o clube tinha no elenco. 

Com 11 gols na temporada, Anderson Salles foi o artilheiro do Santa Cruz em 2017 e obteve esses números graças às bolas paradas. Apenas um dos seus gols não foi feito a partir de pênaltis ou cobranças de faltas. Uma marca que lhe deixou bastante orgulhoso. “É legal. Zagueiro ser artilheiro, ainda mais jogando lá atrás, é algo diferente. Terminar o ano sendo artilheiro do Santa Cruz é algo muito muito gratificante.”

O zagueiro não terá a oportunidade de repetir ou tentar a marca em 2018. Pelo discurso do atleta, ficar no Arruda para disputar a Série C não é uma opção. “Estamos analisando, junto com meu empresário, agora. Temos propostas sim e como meu contrato acaba agora, não devo ficar pelo Recife”, explicou.
A disputa

Ter Salles como artilheiro da Cobra Coral foi uma surpresa pelo nomes que passaram pelo clube em 2017. Everton Santos foi o artilheiro do clube no Pernambucano com seis gols, mas quatro deles foram contra o Central que não era uma das forças do hexagonal.

Halef Pitbull ensaiou assumir o posto de artilheiro ao marcar três gols contra o Uniclinic e virar um personagem querido pela torcida que distribuía latidos quando ele tocava na bola. Após ser o herói da vitória sobre o Sport na primeira partida da semifinal da Copa do Nordeste, o atacante caiu de produção e só marcou dois gols nos 18 jogos que atou no restante da temporada. No total, Pitbull marcou nove gols com a camisa coral. 

Quem assumiu a titularidade em pouco tempo foi Ricardo Bueno, mas as lesões e falta de uma sequência de boas partidas atrapalharam uma performance melhor do jogador que acabou com seis gols na Série B. Ricardo chegou como a grande esperança de gols, mas fez muito pouco para quem foi acionado em 29 partidas, sendo 20 como titular. 

Outro atleta que se esperava mais era o atacante Grafite, mas o ídolo coral teve menos tempo comparado aos companheiros de posição. Foram 15 jogos e três gols marcados no retorno ao Arruda. Uma média de 0,2 por partida, a sua pior vestindo a camisa do Santa Cruz. 
 
DO SUPER ESPORTES PE 

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