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07/07/2017
22h02 | esportes - SANTA CRUZ
SÉRIE B - Santa Cruz 3x0 Brasil de Pelotas - Equipe não deu espaço aos visitantes e provou que pode crescer de produção
A reestreia de Givanildo Oliveira no comando do Santa Cruz seguiu o roteiro das anteriores. O técnico nunca havia perdido na sua primeira partida como comandante coral e manteve o tabu com o triunfo por 3 a 0 sobre o Brasil-RS, nesta sexta-feira, na Arena de Pernambuco. O técnico chegou à quatro vitórias e dois empates em estreias pelo Santa Cruz. Números que não dizem muita coisa, mas que passam confiança de que a maré do Tricolor do Arruda pode começar a mudar de vez na Série B.

A estreia do Rei do Acesso levou uma quantidade razoável de torcedores corais a São Lourenço da Mata mesmo com a partida sendo às 19h15 de uma sexta-feira chuvosa na capital pernambucana. Quem fez o esforço não se decepcionou. A partida não foi um primor técnico, mas estava claro que o time tinha uma gana diferente. O efeito mítico do técnico começou a dar efeito. Com o resultado, o Tricolor saltou para a quinta posição, situação que deve ser alterada com o complemento da rodada neste sábado. 

Até os 15 minutos de partida, o perigo só veio do lado visitante. Lincom quase abriu o placar em grande cabeçada aos 14 minutos e antes disso o Xavante, apelido do Brasil-RS, teve dois contra-ataques que poderiam ter dado vantagem aos gaúchos. Givanildo Oliveira apenas observava, mas passou alguns recados e eles foram atendidos.

O Santa Cruz começou a ter mais posse de bola e seu único problema passou a ser furar o bloqueio do Brasil-RS. Roberto já havia testado o goleiro Eduardo Martini, mas foi Ricardo Bueno que mostrou que o camisa 1 dos gaúchos não estava nas sua melhor forma. Aos 22 minutos, o goleiro afastou de forma muito estranha e quase engole um frango. Com a fragilidade exposta, o primeiro gol coral saiu de um lance individual. Aos 29 minutos, Derley ganhou a dividida, esticou demais a bola, mas conseguiu recuperá-la. Com espaço, o camisa 8 arrumou com carinho de fora da área e fuzilou no ângulo de Martini.

Com a vantagem, a torcida começou a empurrar o Tricolor. O único momento que essa parceria se desfez foi quando Elicarlos saiu lesionado e parte da torcida vaiou Wellington Cezar quando o volante foi para o aquecimento. Comportamento corrigido quando o camisa 14 entrou em campo e a maioria do estádio o aplaudiu. 

Com a partida dominada, o Santa Cruz foi para cima e encontrou o segundo gol ainda no primeiro tempo. Em contra-ataque letal, Augusto deu passe milimétrico para João Paulo e o meia só empurrou por baixo de Eduardo Martini para ampliar o placar.

Segundo tempo

 

Com a vantagem criada, o Santa Cruz de Givanildo Oliveira fez o que o técnico sabe de melhor. Montar times que saem com velocidade e se aproveitam de contra-ataques. Aos sete minutos a vantagem poderia ser ainda maior se o travessão não estivesse no caminho de André Luis após receber passe de João Paulo que fez grande jogada ao driblar dois adversários.

O tempo foi passando e o jogo foi esfriando. Parecia seguir o ritmo da chuva que começou a cair na Arena de Pernambuco. A partida estava tão tranquila e sob o domínio coral que o terceiro gol saiu de um lance despretensioso. Ricardo Bueno recebeu passe livre na intermediária, olhou para o gol de Martini duas vezes e acertou um chutaço de muito longe. Festa na Arena e gritos não para o atacante, mas para o técnico Givanildo Oliveira, que chegou a responder com um aceno. 

O gol despertou o time coral que por pouco não fez o quarto através de finalizações de Barbio em lances em sequência. Mas a noite não precisava de mais nada. O resultado mostrou que o Tricolor tem potencial para evoluir em todos os setores. Só precisava de alguém que realmente entendesse como funciona a Série B. Trabalho para Givanildo Oliveira dar sequência.

Ficha do jogo

Santa Cruz
Julio Cesar; Nininho, Jaime, Bruno Silva e Roberto; Elicarlos (Wellington Cézar, aos 39’ do 1ªT), Derley e João Paulo; Andre Luis, Augusto (William Barbio, aos 22’ do 2ºT) e Ricardo Bueno. Técnico: Givanildo Oliveira.

Brasil-RS
Eduardo Martini; Ednei (Wender, aos 33’ do 2ºT), Leandro Camilo, Teco, Breno; Leandro Leite, Itaqui, Wagner (Juninho, aos 25’ do 2ºT), Rafinha; Marcinho e Lincom (Rodrigo Silva, aos 27’ do 2ºT). Técnico: Rogério Zimmermann.
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Data: 7/7/2017
Estádio: Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata
Horário: 19h15
Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
Assistentes: Marcos Welb Rocha de Amorim (BA) e José Carlos Oliveira dos Santos (BA)
Gols: Derley (aos, 29’ do 1ºT),  João Paulo (39’ do 1ºT) e Ricardo Bueno (aos 26’ do 2ºT)
Cartões amarelos: Roberto e André Luis (S); Leandro Leite e Itaqui (B)
Público: 6.009
Renda:

 


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