Página inicial
 
Mural de recados
21.08 | Israelito Almeida
Maravilhosa Graça! De longe fica difícil avaliar, somente com as informações ...
21.08 | MARCOS LEITE
FALAR EM TABELA DA SEGUNDONA VICTOR HUGO, PELA LEI TEM Q DIVULGAR 60 DIAS ANTES ...
21.08 | júnior
já pensou se não tivesse vaidade,e todos se unir-se como seria maravilhoso para ...
 
[Enviar] [Listar]
Esportes
Vídeos
CENTRAL de CARUARU
Clube Atlético do Porto
Sport Club do Recife
Santa Cruz Futebol Clube
Clube Náutico Capibaribe
Salgueiro Atlético Clube
Futebol Pernambucano
Futebol Nacional
Futebol Internacional
Opinião
Giros
Enquete
Não existe enquete no momento!
 
Publicidade
 
 
30/11/2016
15h18 | esportes - SANTA CRUZ
SANTA CRUZ - Atacante Grafite pode igualar feito de Ramón, único artilheiro do Tricolor na história do Brasileirão
O Santa Cruz vai enfrentar o São Paulo domingo (11), no Pacaembu, sem objetivo algum na tabela da Série A. Matematicamente rebaixado há três rodadas, não tem como se alçar a posições melhores e também é improvável que termine na última colocação. Isso ocorre se perder e se o lanterna América-MG ganhar do Santos, na Vila Belmiro, ainda tirando uma diferença de 15 gols no saldo em relação aos corais. O compromisso da equipe na partida de despedida da elite, portanto, agora é um só: tornar o atacante Grafite o artilheiro da competição. Caso o veterano consiga, repetirá um feito alcançado apenas uma vez na história do clube, pertencente a Ramón - goleador do Brasileirão de 1973, com 21 gols. Grafite ainda poderá ser o segundo atleta tricolor a mais balançar as redes numa única edição do campeonato. 

Ramón não vê problemas em ter sua marca igualada por Grafite após 43 anos. “Não vou secá-lo (risos). Em 73, até sequei Leivinha, do Palmeiras, que tinha 20 gols quando o Santa foi desclassificado. Aquele dali, eu tinha que torcer contra”, disse o ex-atacante, hoje presidente do Sindicato dos Jogadores de Pernambuco. A “secada” deu certo à época. Nas três partidas restantes do quadrangular final daquela competição, o palmeirense não fez um gol sequer e ele se manteve isolado na artilharia.

Terceiro maior artilheiro de todos os tempos do Santa, Ramón mantém a modéstia e prefere torcer por Grafite. “Gosto muito dele. É um grande artilheiro, um jogador exemplar, humilde, um senhor profissional.” Aos 66 anos, 49 dedicados ao futebol, o ídolo coral aconselha o camisa 23. “Que ele se empenhe ao máximo contra o São Paulo para que realmente consiga marcar.”

Grafite tem 13 gols. Está empatado com Diego Souza, do Sport, e William Pottker, da Ponte Preta. Na frente deles, apenas figura Fred, do Atlético-MG - com um gol a mais. Aos 37 anos, o centroavante coral não esconde a vontade de vencer essa disputa pessoal."É uma motivação a mais. Vou tentar, pelo menos, marcar mais gols, ajudar a equipe a terminar da melhor maneira e ser artilheiro. Nunca fui artilheiro do Brasileiro. Talvez possa ser um alento para mim e para o clube”, declarou Grafite.

Autor de dois gols na goleada de 5 a 1 sobre o Grêmio, no último sábado, Grafite acabou ultrapassando dois concorrentes pela artilharia: Robinho (Atlético-MG) e Gabriel Jesus (do campeão Palmeiras) - estacionados nos 12 gols (Sassá, do Botafogo, atingiu esse número na rodada passada). Além da meta de última hora para virar artilheiro, ganhou ainda a chance ser o maior goleador do Santa em um só campeonato nacional. Para tanto, necessita fazer dois gols contra o São Paulo. Assim, ultrapassaria Nunes (artilheiro do Brasileiro de 1977, com 14 gols), ficando abaixo apenas de Ramón neste ranking.

Panteão nordestino
Assim como Diego Souza, Grafite ganhou a chance também de virar um dos poucos goleadores nacionais por equipes do Nordeste, algo bem incomum. Até hoje, considerando a competição desde 1971, a região só emplacou dois artilheiros (Ramon e Charles, do Bahia - em 1990). Considerando a Taça Brasil, disputada entre 1959 e 1968 e hoje unificada pela CBF, foram mais seis artilharias, incluindo Bita, do Náutico - duas vezes.

Maiores artilheiros do Santa Cruz em uma edição do Brasileirão
21 gols – Ramón (1973)
14 gols – Nunes (1977)
11 gols - Nunes (1978)
10 gols – Fumanchu (1977)
10 gols - Keno (2016)
9 gols – Nunes (1976)

Taça Brasil
1959 – Léo (Bahia), 8 gols
1960 – Bececê (Fortaleza), 7 gols
1963 – Ruiter (Confiança), 9 gols
1965 – Bita (Náutico), 9 gols
1966 – Bita (Náutico), 10 gols
1967 – Chicletes (Treze), 9 gols

Série A
1973 – Ramón (Santa Cruz), 21 gols
1990 – Charles (Bahia), 11 gols

Vice-artilheiros do Brasileirão atuando em clubes do Nordeste

Taça Brasil
1959 – Bentancor (Sport), 7 gols

Série A
1988 – Zé Carlos (Bahia), 9 gols
1989 – Bizu (Náutico), 10 gols
2007 – Acosta (Náutico), 19 gols
 
DO SUPER ESPORTES PE
 
FOTO DA MATÉRIA: DIVULGAÇÃO INTERNET

...
 
 
 
eXTReMe Tracker