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07/08/2013
21h23 | esportes - SÉRIE C
SÉRIE C > Santa Cuz empata com Brasiliense fora de casa - 0x0
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A apresentação não foi boa . O Santa Cruz expôs problemas antigos - e não quebrou o tabu de vencer longe do Recife pela Série C. Mas ao menos o time de Sando Barbosa não perdeu como na última rodada. O Tricolor e o Brasiliense fizeram um jogo tecnicamente fraco, em Brasília, nesta quarta-feira e não mexeram no placar. O 0 x 0 foi um resultado justo para o que foi mostrado dentro de campo. Na próxima rodada, a Cobra Coral recebe o Treze-PB.

O JOGO - O primeiro tempo coral não foi bom. É sintomático, por exemplo, que o melhor jogador do time, na etapa, tenha sido o goleiro Tiago Cardoso. O Brasiliense, embora não tenha sido brilhante, foi melhor. Assustou mais de uma vez - na primeira, Baiano bateu falta, logo a um minuto, no travessão. Aos 10, o Tricolor criou suas duas chances na primeira etapa. O arremate de Leozinho, após lançamento longo de Dedé, foi o primeiro. Welder fez a defesa e espalmou para escanteio. Na cobrança, Júnior Xuxa meteu no segundo pau para Renan Fonseca. O zagueiro emendou de primeira e executou - mal- o segundo e último chute da Cobra Coral no primeiro tempo.

O Jacaré cresceu e passou a dominar as ações. Não conseguiu fazer o gol por esbarrar na falta de qualidade técnica. O Santa Cruz, por outro lado, mostrava dificuldades anteriores. Falta de organização e compactação, além de flagrantes problemas de transição - tanto defensiva quanto ofensiva. O Brasiliense chegava mais. O lateral-direito Bocão era quem criava as principais oportunidades. Aos 17, a melhor chance: Jefferson Maranhão, do Jacaré, recebeu na frente de Tiago Cardoso. Bateu com força, mas o goleiro operou um pequeno milagre e colocou para escanteio. Aos 28, Válber tentou encobrir o arqueiro, mas não conseguiu. Cardoso se recuperou e evitou.

Na volta para a segunda etapa, o jogo ficou mais franco. E o Santa Cruz melhorou, tática e emocionalmente. Organizou-se mais e mostrou mais dispposição. Sobretudo depois dos 11 minutos, quando Jefferson Maranhão entrou no lugar de Leozinho.

O Tricolor passou a explorar as costas do bom - mas excessivamente ofensivo- lateral-direito Bocão. Aos 18, Dênis Marques fez sua única boa jogada na partida. Dominou de costas, dentro da área, girou, ficou de frente para a barra e bateu de bico, como o lance exigia. A bola passou ao lado do gol, com perigo. Quatro minutos mais tarde, depois de uma boa troca de passes, Natan recebeu dentro da área, cortou para dentro e chutou mal.

Dizer que o Santa Cruz melhorou não implica em afirmar que o Brasiliense parou de assustar. A partir dos 25, os donos da casa voltaram a crescer e criar as melhores situações. Chegou perto gol em duas ocasiões - ambas com o atacante Washington, que entrou na segunda etapa. Na primeira delas, o atacante recebeu dentro da área, girou e, sozinho, bateu mal. A segunda foi depois de uma falta. Levantada na área, a bola parecia inofensiva. Mas Tiago Cardoso vacilou e deu rebote. Washington chegou e cabeceou, mas muito fraco. Tanto que deu tempo para o arquieor se recuperar e afastar a bola. Final de jogo, 0 x 0.

Ficha do jogo

BRASILIENSE Welder; Bocão, Eli Sabiá, Luan e Baiano; Gleidson, Júlio Bastos, Everton (Jorge Henrique) e Valber; Jefferson Maranhão (Washington) e Laércio (Luquinha). Técnico: Roberto Fonseca.

SANTA CRUZ Tiago Cardoso; Luciano Sorriso, Léo Bahia, Renan Fonseca e Tiago Costa; Ramirez, Dedé (Tozo), Junior Xuxa e Natan (Sandro Manoel); Leozinho (Jefferson Maranhão) e Dênis Marques. Técnico: Sandro Barbosa.

Estádio Elmo Serejo Farias (Brasília/DF) Horário: 19h Árbitro: Valdicleuson Silva da Costa (AP) Assistentes: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Jesmar Benedito Miranda de Paula (GO).

Do Blog do Torcedor


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